As Reformas são importantes

 

 

Você, que vive colocando a culpa no governo pelas Reformas e que ainda não se decidiu, reflita comigo: você acha bom morar numa casa em que haja vazamentos, pintura velha, forro caindo, assoalho levantando? Se a resposta a alguma dessas perguntas for “Não”, então está na hora de você aderir às Reformas. Ligue agora mesmo para 9494944 e fale com o Santana, o rei das reformas. Ele tem uma equipe de pedreiros, encanadores e eletricistas que vão deixar sua casa nova de novo. Obrigado.

Eike Batista sai da cadeia e monta empresa BanguX

 

 

O ex-bilionário, empresário, visionário, dromedário e presidiário Eike Batista sai da cadeia e monta empresa de nome BanguX para fabricar tornozeleiras eletrônicas com visor de LED e entrada USB para Iphone.  Para mulheres, Eike bolou a coleira eletrônica personalizada com acabamento em ouro branco e brilhantes da Hebe Camargo. Eike está procurando investidores milionários que acreditem em sua ideia e já captou quatrocentos milhões com milksheiks árabes e políticos prestes a usar o próprio produto. Luma de Oliveira declarou que seu sonho é desfilar na Mangueira de Eike…

Alguém viu a greve?

 

 

O que houve hoje não foi greve. Nem aqui nem na China. Greve é um movimento espontâneo de trabalhadores insatisfeitos visando obter ou conservar algum benefício. Aqui, o que houve foi uma tentativa das centrais sindicais e sindicatos em geral, paus mandados do PT, que nada tem a ver com trabalhadores – muito pelo contrário – de paralisar os meios de transporte para que os pobres coitados que ainda estão empregados não conseguissem chegar a seus empregos e isso fosse interpretado como ausência voluntária. Para dar mais “cor” ao movimento, a corja sindicalista contratou os black-blocks de sempre para promoverem quebra-quebra generalizado em pontos com visibilidade para a mídia. A Rede Globo, sempre interessada nessas incursões, tratou de dar ampla cobertura ao pífio evento.  Só isso. Alguns pobres coitados mal informados podem até pensar que houve greve geral. Na verdade o que houve foi um fiasco geral. E o Brasil segue em frente. Sem o famigerado Imposto Sindical. 

Alguém viu a greve?

 

 

O que houve hoje não foi greve. Nem aqui nem na China. Greve é um movimento espontâneo de trabalhadores insatisfeitos visando obter ou conservar algum benefício. Aqui, o que houve foi uma tentativa das centrais sindicais e sindicatos em geral, paus mandados do PT, que nada tem a ver com trabalhadores – muito pelo contrário – de paralisar os meios de transporte para que os pobres coitados que ainda estão empregados não conseguissem chegar a seus empregos e isso fosse interpretado como ausência voluntária. Para dar mais “cor” ao movimento, a corja sindicalista contratou os black-blocks de sempre para promoverem quebra-quebra generalizado em pontos com visibilidade para a mídia. A Rede Globo, sempre interessada nessas incursões, tratou de dar ampla cobertura ao pífio evento.  Só isso. Alguns pobres coitados mal informados podem até pensar que houve greve geral. Na verdade o que houve foi um fiasco geral. E o Brasil segue em frente. Sem o famigerado Imposto Sindical. 

Mãe Dioca: “Enterraram uma caveira de burro no STF”

A famosa vidente, astróloga e pai de santo Mãe Dioca afirmou à reportagem d’O Replicante que descobriu uma caveira de burro enterrada no STF, mais precisamente debaixo da cadeira do ministro Gilmar Mendes.
“É por isso que esses cabeças de bagre com cauda de urubu malandro andam fazendo tanta besteira.”, declarou Mãe Dioca. Perguntada sobre como descobriu a caveira, a famosa vidente relatou:
“Mizifi, fui ao Paraguai de busão comprar um detector de metais pra ver se acho uns diamantes perto de casa e o camelô me ofereceu um detector de macumba chinês que é um espetáculo. Liguei a maquininha perto do STF e ela mostrou no visor de sete polegadas a caveira de burro bem debaixo da cadeira do Gilmar.”
“Mas Mãe Dioca, perai. A senhora, que é uma brilhante vidente, que prevê o futuro, precisa de detector para descobrir diamante
?”

 

“Mas claro, sua besta. Eu leio o futuro, não o passado. Eu posso ser futuróloga brilhante, mas isso não me faz achar diamante. Quer coisa mais do passado do que diamante? Essas pedras estão enterradas ai a milhares de anos. Deixa de ser burro, seu Replicante.”
“Ok, desculpe, não quis ser grosseiro. E sobre o STF?”
“Parece que além da caveira de burro tem um sapo enterrado do outro lado, ali perto das cadeiras do Lewandowski e do Toffolli. Assim, não há decisão que funcione. Os caras estão mais perdidos que cego em tiroteio no Alemão.”
“Caramba, Mãe Dioca, essa foi de lascar. E tem alguma previsão pra próxima semana?”
“Bom, Mizifi, eu ia deixar vocês passarem o fim de semana sossegados, mas já que perguntou, lá vai: manda o povo colocar as barbas e as perucas de molho porque o Zé Dirceu logo, logo, vai ser solto. A caveira de burro e o sapo enterrados estão loucos pra derrubar o Juiz Sergio Moro. Mas fique tranquilo que, de minha parte estou fazendo o possível pra proteger o moço…”
“Nossa, que péssima notícia. E por falar em sapo, alguma previsão sobre Lula?”
“Mizifi, uma desgraça por vez, se me faz o favor, que eu não sou de ferro. Semana que vem eu conto mais. Saravá. Fui…”

Gilmar Mendes solta a franga de vez

O Ministro Gilmar Mendes resolveu soltar a franga de vez e com ela todos os Réus da Lava Jato e seus desdobramentos que lhe caírem pela frente.

Desta vez o beneficiado foi o ex-bilionário Eike Batista, acusado de tramoias com o ex-governador Sergio Cabral. O boquirroto ministro acha que se o povo quer a prisão de alguém então é bom solta-lo,

pois a Justiça não está lá para atender aos clamores da população.

STF – O Teatro de Comédia

 

O STF tem onze ministros e, para alguns casos, é dividido em duas Turmas.
Quando o assunto é Habeas Corpus para libertar alguém preso preventivamente mas já condenado em primeira Instância, cada Turma tem opinião exatamente contrária á outra.
A primeira Turma não admite o HC e a segunda, além de admiti-lo, solta o Réu, como foi o caso recente de Bumlai e Genu.
Ok, concordo que o Direito não é ciência exata. Que pode e deve haver divergência entre os pares por motivo de interpretações diversas sobre uma mesma Lei.
O que não se admite é quando tais decisões são pautadas por pressões políticas, posições ideológicas, amizades ou outros fatores externos que prejudiquem a correta avaliação do caso.
E é exatamente isso que está acontecendo na Lava Jato. Gilmar Mendes, enquanto os Réus eram do PT, era o maior defensor do Mensalão e mesmo da Lava Jato, o maior justiceiro na luta contra a corrupção. Bastou começarem a aparecer denúncias contra o PSDB e alguns protegidos do PMDB para o boquirroto ministro se voltar contra Sergio Moro, contra “alongamento” de prisões, contra prisões preventivas, contra vazamentos, enfim, contra tudo, se tornando o principal solapador da Operação. Da mesma forma agem Ricardo Lewandowski e Dias Toffolli, claramente defendendo o PT e seus alidos, mantendo postura dúbia em outros casos para salvar as aparências. Esse “modus operandi” do STF é realmente revoltante e está acabando com o pouco de credibilidade que a Justiça  angariou perante a população. Só nos restaram Sergio Moro e uns poucos abnegados. Ai de nós, “contribuintes” compulsórios dessa estrutura farsesca.  

Parábola do Parque

 

Era uma vez uma cidade. Construída ao redor de uma floresta belíssima de quatro quilômetros quadrados, que formavam um perfeito quadrilátero, a cidade tinha apenas quatro ruas, de dois quilômetros cada, que cercavam o terreno, ocupando todo o lado de fora da floresta. Assim, as casas, belíssimas e todas iguais, davam para a rua. Todas elas tinham um belo quintal, voltado para dentro e logicamente com vista para a floresta. No centro do terreno a bela mata, que tinha lagos, pássaros silvestres e pequenos animais, foi transformada num parque com acesso a todos os habitantes.  Todos  viviam felizes e em paz. Toda e qualquer proposta de melhoria era submetida aos moradores, que sempre concordavam, em absoluto consenso. Até que um dia alguém pensou em aumentar o parque comunitário. Fizeram um plebiscito. Todos concordaram. Por aclamação. Afinal, quem não gostaria de ter um parque maior? Acontece que só havia uma maneira de aumentar o parque, uma vez que o terreno era totalmente cercado pelas ruas e suas casas: cada morador deveria ceder dez por cento de seu quintal para a expansão do parque. Nesse momento começaram as brigas. Cada um encontrando um motivo para que seu quintal  ficasse intacto. “Que pegassem o quintal do vizinho.  Afinal, no meu tem uma piscina. Como vou destruí-la?” “E eu, que ladrilhei todo o quintal, quem vai me pagar o prejuízo?” “Pior é o meu caso, que tenho cinco carros – só uso dois – mas não tenho onde guardar os outros.” “E eu, como faço com meus churrascos para mais de duzentas pessoas? Tirem o quintal dos outros, que meu churrasco é mais importante.”

A partir desse dia começou uma guerra entre a vizinhança, com acusações mútuas, fofocas, mentiras, brigas de comadres. Acabou-se a paz da cidade. Um esperto empreiteiro, que morava em outra cidade, aproveitou a confusão para comprar três casas vizinhas, derrubá-las, abrir uma passagem e lotear toda a floresta, que hoje tem favela, assaltos, trânsito, alagamentos, boca de tráfico, inflação, etc.

Não sei porque, mas hoje, ao criar esta despretensiosa parábola, logo me lembrei da Reforma da Previdência…