Cara crachá

A PUC implantou um banheiro Unissex.

 

A primeira aluna que chegou foi barrada por um cara na porta:
 

– Já frequentou banheiro unissex?

– Ainda não.

– Sexo?

– Feminino.

– De nascença ou por opção?

– De nascença.

– Teve vontade de mudar de sexo alguma vez?

– Só uma vez, mas passou.

– Hétero, gay ou bi?

– Hétero.

– Já experimentou outras opções?

– Não. Perai, por que você tá me inquirindo? É psicólogo? Foi a PUC que mandou? 

– Nada a ver, sou o faxineiro. É que sou curioso pra chuchu…

We are the champions

We are the champions

 

Finalmente consegui.

Agradeço a todos que me ajudaram a superar.

Foi realmente difícil. Quem está de fora e gosta de apontar o dedo, de julgar, não sabe o tamanho do sofrimento. Mas com força de vontade, sacrifício, orações e ajuda de amigos, consegui passar por cima.

Quando vi aquela pizza gigante na minha frente – contei 10 pedaços –, meia portuguesa, meia muzzarela,  achei que não iria superar.

Afinal, foram anos e anos vivendo como um perfeito adicto, viciado mesmo. Mas eu sabia que fazia mal. Meus amigos, minha mulher, até os médicos me diziam. Não se pode exagerar nas massas. Principalmente pizza.

Engraçado que quando você consegue se conscientizar disso, tudo fica mais fácil. Você passa a dar importância para outras coisas, focar em outros interesses, e a vontade de comer pizza passa.

 

Foi o caso de ontem: dez pedaços fumegantes ali na minha frente. Quando olho pro lado, vejo que tinha manjar branco de sobremesa. Foi como por encanto. Comi apenas nove pedaços e parti pro manjar. Uma grande vitória que dedico aos amigos…

We are the champions

We are the champions

 

Finalmente consegui.

Agradeço a todos que me ajudaram a superar.

Foi realmente difícil. Quem está de fora e gosta de apontar o dedo, de julgar, não sabe o tamanho do sofrimento. Mas com força de vontade, sacrifício, orações e ajuda de amigos, consegui passar por cima.

Quando vi aquela pizza gigante na minha frente – contei 10 pedaços –, meia portuguesa, meia muzzarela,  achei que não iria superar.

Afinal, foram anos e anos vivendo como um perfeito adicto, viciado mesmo. Mas eu sabia que fazia mal. Meus amigos, minha mulher, até os médicos me diziam. Não se pode exagerar nas massas. Principalmente pizza.

Engraçado que quando você consegue se conscientizar disso, tudo fica mais fácil. Você passa a dar importância para outras coisas, focar em outros interesses, e a vontade de comer pizza passa.

 

Foi o caso de ontem: dez pedaços fumegantes ali na minha frente. Quando olho pro lado, vejo que tinha manjar branco de sobremesa. Foi como por encanto. Comi apenas nove pedaços e parti pro manjar. Uma grande vitória que dedico aos amigos…

Atenção, cuidado com o golpe da conta de luz

Atenção, cuidado com o golpe da conta de luz

 

 

Recebi um e-mail dizendo que tinha três contas de luz atrasadas. Eu respondi reclamando que já havia pago. No e-mail havia um telefone.

Liguei e me confirmaram: sim, é da Eletropaulo e você tem três contas de luz atrasadas. Amanhã vamos cortar.

No dia seguinte, mesmo sob protesto, cortaram a luz. Fui a uma lan house e havia um novo e-mail: sua luz foi cortada porque você tem três contas atrasadas. Ligue para este telefone para confirmar o desligamento. Mesmo desconfiado, liguei e me confirmaram o desligamento da luz. Reclamei novamente dizendo que já havia pago. Ai fui pessoalmente à Eletropaulo onde me confirmaram novamente que os e-mails eram verídicos e que os funcionários que cortaram a luz era autênticos. Corri para a delegacia do terceiro distrito e fiz um BO dizendo que havia pago tudo. Anexei o BO às segundas vias das contas, remeti tudo para a companhia e guardei uma copia. Já faz uma semana e ninguém veio religar a luz.  Será que preciso pagar as três contas para religarem a luz? O que? Você quer saber se as contas já estavam pagas? Claro que não. Pois o golpe era justamente esse. Mas parece que não deu certo. Preciso inventar outro. Fique esperto.

 

 

Reforma política só com plebiscito antes!

EXMO. SR. DR. PROCURADOR GERAL DA REPÚBLICA

 

PERCY DE MELLO CASTANHO JUNIOR, brasileiro, casado, advogado regularmente inscrito na OAB/SP sob número 142.382 vem, em causa própria, requerer se digne V. Excia. representar junto ao Supremo Tribunal Federal, por meio de ADI – Ação Direta de Inconstitucionalidade ou ADPF – Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental, com a urgência que se faz necessária, e com pedido de liminar, contra o Congresso Nacional, nas pessoas de seus deputados e senadores eleitos, para que suspenda a chamada Reforma Política sem que antes haja uma chamada através de Referendo Popular ou Plebiscito, uma vez que tal prática afronta o Princípio da Soberania Popular, inscrito no artigo primeiro da Constituição Federal. Assim, em caso de reforma constitucional, como é o caso, qualquer decisão sobre o mérito deve levar em conta a vontade popular perguntada através de plebiscito, na forma do artigo 14 da Magna Carta, uma vez que o Congresso não tem poderes constituintes permanentes e nem qualquer poder ou fundamentação para alterar o regime constitucional de representação proporcional, muito menos introduzir financiamento público de campanha.

 

Termos em que

Pede Deferimento

 

São Paulo, 24 de agosto de 2017

 

 

__________________________
Percy de Mello Castanho Junior
OAB/SP 142382

A agressão do aluno!

A todos que condenaram a agressão do aluno à professora petista

 

EU TAMBÉM CONDENO. Com veemência! Ponto. Mas a hora é de discutirmos outra questão. E a questão que me aflige é: por que chegamos a tal situação? Por que os alunos não respeitam mais os professores? Por que filhos não respeitam mais os pais? Por que os mais novos não respeitam mais os mais velhos? Por que a violência atingiu níveis insuportáveis, onde se mata por um celular, por um clube de futebol ou mesmo por nada?

As respostas e a responsabilidade pelo caos reinante devem ser debitadas única e exclusivamente às esquerdas. A política de direitos humanos e do politicamente correto que vem sendo impingida pelos “progressistas” desde a Revolução Estudantil de Paris de maio de 1968 privilegia a permissividade. De lá para cá a esquerda implantou todas as barbaridades permissivas que se vê em Constituições e Leis mundo afora, salientando-se a do Brasil, com a criação do ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, que só fala em direitos e esquece dos deveres e responsabilidades, que inibe totalmente a repressão – que virou palavra maldita – palavra essa que simplesmente significa “ação de reprimir; castigo; punição;” e que, de um dever dos pais, passou a ser considerado “crime” dos pais. Psicólogos e sociólogos de orientação marxista passaram diretrizes no sentido de proibir-se dizer “não” a uma criança, pois não é politicamente correto. Artistas e pseudo intelectuais, sempre prontos a embarcar em aventuras teóricas das quais falem mas não participem, ocupam-se em glamourizar tais regimes ditatoriais, enaltecendo figuras como Fidel Castro e Che Guevara. E, principalmente, professores dessa mesma orientação de esquerda passaram a usar a sala de aula como palanque e centro de lavagem cerebral, incutindo na cabeça das crianças atitudes “revolucionárias”, disseminando o ódio de classes, a luta dos pobres contra os ricos, a falsa afirmação de que um estado paternalista acabará com todas as mazelas e que os pobres alcançarão a igualdade. Com essa política de tudo permitir aos menores, de coloca-los contra o “status quo”, de propagar a ideia de que qualquer reprimenda ou castigo é uma afronta aos Direitos Humanos, perdeu-se o senso de hierarquia, fazendo com que até crianças de quatro ou cinco anos afrontem seus pais ou professores, fazendo birra, se debatendo ou até agredindo os mais velhos. Assim, a recente onda de agressão a professores é culpa deles mesmo, ao menos daqueles que ocupam o sagrado púlpito da sala de aula para tentar ideologizar seus alunos. Os demais, os bons professores, são apenas vítimas do sistema. E com as mulheres tendo cada vez menos tempo para educar seus filhos, pois precisam trabalhar, a tarefa de educar crianças fica a cargo das “tias” de creches e dos professores, que tem medo de perder seu emprego ao passar reprimenda em aluno . Educação, em primeiro lugar, se dá em casa, no seio da família. Crianças devem obedecer aos pais, devem receber castigos e palmadas quando não se comportem sem que isso seja interpretado como espancamento. Devem aprender em casa a respeitar mais velhos e professores, bem como aprender os princípios básicos de convivência social, de honestidade, de gentileza, de respeito às Leis, de comportamento em público. Isso não é ser conservador. A esquerda se arvora o título de progressista quando tudo o que querem é viver no passado, alimentando um sonho que não deu certo em lugar nenhum. Na verdade, progressistas somos nós, os verdadeiros democratas de centro, que acreditam no capitalismo, na iniciativa privada, na meritocracia, num estado menos invasivo, que cuide apenas de setores essenciais, como educação, saúde e segurança, limitando-se a fiscalizar outras áreas. E o que queremos do passado? Simplesmente manter as coisas que deram certo, como por exemplo, a educação, a hierarquia, a disciplina, o respeito aos mais velhos. Isso não é conservadorismo. É inteligência. Escolas infantis não são lugares adequados para ensinamento ideológico partidário. Professores devem ensinar – e muito bem ensinado – Português e outras línguas – focando na tão desprezada “interpretação de texto” – , matemática, geografia e história, mas sem distorções políticas. Portanto, para que não mais se repitam cenas como as que hoje são comentadas nas redes sociais, de agressões a professores, pais, etc., é fundamental que se volte a tratar e educar crianças como crianças, ensinando-lhes o respeito devido a superiores hierárquicos, sejam pais ou mestres, com rigor, punindo-as quando desobedecerem – inclusive com palmadas – sem que para isso se precise espancar. Que se revise com severidade o Estatuto da Criança e do Adolescente, que se revise o conceito furado de Direitos Humanos, a noção errada do que é politicamente correto, que se revise a Lei Penal e das Execuções Penais, que se acabe com a impunidade, fazendo com que criminosos de qualquer idade ou condição social e financeira paguem por seus crimes trancados na cadeia – sem “progressões, saidinhas, visitas íntimas, celulares e outros benefícios -, até que percebam que o crime não compensa. E, principalmente, que a nossa classe média, que sabe das coisas mas tem medo, que prefere calar, perca esse medo de ser taxada de “conservadora”, e acredite em seus princípios e ideais republicanos, lutando por seus direitos, botando a boca no trombone, saindo às ruas, não reelegendo deputados e senadores corruptos e fazendo valer sua voz. Juntos somos poderosos. Sozinhos somos ninguém. E se você tem algo a dizer, a hora é essa. Não tenha medo. Exponha-se. Este espaço é meu, é seu, é de todos. Críticas não vão nos derrubar.