STF, pensar não dói

Pensar não dói…

Então, pensem comigo: o vexame, o problema do julgamento do HC de Lula, não foi por ter sido interrompido. Apesar dos argumentos ridículos apresentados para a interrupção (tenho passagem comprada…), interromper um julgamento é normal. O problema, isso sim, foi terem dado uma liminar temporária, impedindo a prisão de Lula até a continuação do julgamento, coisa inexistente em nosso ordenamento jurídico.

Se eu fosse comentarista político, ou um desses “juristas” que vivem dando pitaco na GloboNews, faria a pergunta que ninguém fez:

E se, ao invés de Lula, a interrupção fosse durante o julgamento de Habeas Corpus de um Réu preso? Iriam conceder liminar e soltá-lo “precarissimamente” até o dia 04/04?

Pois é, parece que os excelentíssimos ministros nem sempre pensam… 

Você é inteligente?

Você é inteligente?

 

Coloquei o nome de Flavio Rocha como uma boa opção para Presidente da República para quem, como eu, é de centro, democrata liberal, acredita no empreendedorismo, num estado menor, no capitalismo, na meritocracia, em uma maior rigidez no trato com a segurança pública, na volta à hierarquia e na conservação de nossos costumes. Pois bem: algumas pessoas disseram que não votariam jamais nele porque se filiou ao PRB, que é apoiado pela Igreja Universal. Flavio Rocha é evangélico, mas não é membro dessa igreja, é da igreja Sara Nossa Terra, que, ao que eu saiba, não tem escândalo em suas hostes. Vamos aos fatos, à realidade. Um candidato a cargo eletivo, para ter alguma chance, precisa estar filiado a um partido político e precisa de apoio. Ninguém consegue se eleger apenas com seus belos olhos. Os petistas tem os sindicatos, as igrejas católicas, os movimentos sem terra e sem teto, a militância. Sem isso, jamais elegeriam Lula. O PMDB tem (ou tinha) a maioria das prefeituras do País. Seus prefeitos, com poder na região, arregimentavam apoio e votos. E assim sucessivamente. Um candidato precisa tanto do apoio de algum segmento, quanto de tempo de TV. Flavio Rocha se filiou ao PRB não para facilitar as coisas para a igreja Universal, mas para trazer para sua campanha milhões de votos de evangélicos. Gostaria de saber qual é o problema disso. Você pode não gostar dessa igreja – como eu não gosto – mas, e dai? Você acha que Flavio Rocha vai nomear Edyr Macedo ministro da cultura, da tecnologia? É preciso acabar com essa ingenuidade. Política pressupõe acordos. Sou católico. Mas prefiro mil vezes um apoio dos evangélicos – que defendem o liberalismo – do que dos católicos, que defendem descaradamente o comunismo. Ou alguém imagina que um nome novo, como o de Flavio Rocha, poderia chegar no PSDB ou no DEM ou outro partido grande e conseguir aprovar seu nome para sair candidato? Se nem os fundadores dos partidos conseguem! Vejam o que aconteceu com o prefeito de Manaus, Arthur Virgílio, um nome forte e um dos fundadores do PSDB, que foi humilhado e defenestrado das prévias pela turma de Geraldo Alckmin. Política não é um conto de carochinhas. Tem muita malandragem. Flavio Rocha foi extremamente inteligente ao conseguir o apoio dos evangélicos, que se contam aos milhões pelo Brasil. Com essa participação, terá milhares de bispos a sugerir seu nome em igrejas evangélicas Brasil afora. Torcer a cara para isso demonstra imaturidade política e ingenuidade. Vamos ser racionais. Fazer política requer inteligência, jogo de cintura, habilidade no trato, maior tolerância às diferenças e saber compor com pessoas diferentes de nós. (Percy Castanho Jr.)

Família Lima perde trombonista

Família Lima perde trombonista

 

 

Hoje, às 6:00hs. da madrugada, foi preso o Coronel Lima, que tocava trombone na Família Lima, além de ser laranja e lavar roupa suja e dinheiro do Presidente Temer. Sandy & Junior Lima estão inconsoláveis. O advogado, amigo do presidente e lavarápido José Yunes, que não é Lima mas é Laranja, foi imediatamente até a prisão conversar com o Coronel Lima, só que “de braço dado com dois soldado, muito obrigado”.

STF – Ladrões de esperanças

STF – Ladrões de esperanças

O sentimento de frustração que toma conta da gente num momento como esse extrapola nossa capacidade de exprimi-lo em palavras. É uma angústia que aperta o peito e nos faz sentir a Pátria escapar por entre os dedos. Faz-nos ter medo do amanhã, do destino reservado não a nós, que isso não tem mais jeito. Mas a nossos filhos e netos e toda uma geração que vem por ai. Talvez o pior de tudo seja a perda da esperança. Sim, pois a cada vez que somos atingidos por facadas pelas costas – pois é isso que o STF está a nos infligir -, nossa esperança vai-se esvaindo como sangue, tornamo-nos mais fracos, mais impotentes. Ficamos nos entreolhando entre abismados e incrédulos. E nada podemos fazer. Ir para as ruas? Parece que esses protestos só acontecem aleatoriamente, por causas menores, sei lá. Quando é verdadeiramente preciso reagir, mostrar sua força, o brasileiro parece que se acovarda, recolhe-se a seus afazeres, enfia-se num sofá e assiste às redes de TV que também abomina na vã esperança de ver uma Revolução se armar, mas sempre pelas mãos de outrem. Infelizmente aqui não é a Argentina. Nem a França, Alemanha, Inglaterra ou Estados Unidos. Lá fora a história seria diferente. Esses vendilhões teriam de ajustar contas com a multidão enfurecida. Aqui não. Só nos resta a revolta de alguns nas redes sociais. E, pior, ver o sorriso irônico brotando novamente de lábios que estavam quietos, escondendo seus sentimentos calhordas, eis que compactuam com o status quo. Que Deus nos dê coragem para seguir em frente, para lutar com as forças que nos restam, tentado vislumbrar um horizonte um pouco menos nebuloso nesse mar de lama em que fomos metidos. Mas, passado o impacto do golpe, é certo que nossas forças, como Fênix, renascerão das cinzas e continuarão a luta. Calhordas, bandidos, temei! Não desistiremos fácil, não! Ainda não será desta vez!

A volta à Hierarquia perdida

A volta à hierarquia perdida

 O mundo está descontrolado. O crime avança a passos acelerados. A vida perdeu o valor. As drogas tomaram conta de vários segmentos da sociedade. A corrupção corrói o tecido social e se infiltra, desde os mais altos cargos do País, até o mais humilde servidor, policial, operário ou dona de casa. Bandidos dominam regiões inteiras de cidades, tornando-as inacessíveis à polícia. Quando não são eles, as milícias se encarregam de levar o pânico às favelas, tratadas eufemisticamente como comunidades. Especialistas se digladiam em busca de soluções utópicas, atacam-se mutuamente com armas ideológicas, mas nada apresentam de concreto. Enquanto isso a saúde, a educação, o emprego, a infraestrutura, o transporte e a moradia são deixados para trás. Aparentemente o mundo não tem solução. Pois eu vou dizer uma coisa bastante singela, porém nada modesta:

 A SOLUÇÃO PARA TUDO ISSO É MAIS SIMPLES DO QUE SE IMAGINA!

 E essa solução tem nome: Hierarquia.

 Deixe-me explicar: de todos os malefícios causados pela extravagante tese do socialismo de Karl Marx, o pior foi a quebra da hierarquia familiar e escolar. A ideia de Gramsci e outros discípulos do socialismo era disseminar a discórdia nos lares e escolas, facilitando a quebra do conceito de propriedade privada nos lares e a catequização nas escolas obtendo-se, por consequência, uma mais fácil implantação do socialismo. Dessa forma, o novo tratamento dado às crianças, pelo qual era proibido falar “não”, dar castigos, palmadas, incriminá-las judicialmente e tudo o mais que pudesse parecer “autoritário” por parte de pais e professores fez com que adolescentes adquirissem uma espécie de “poder” sobre os adultos. Cientes de que não seriam castigados, nem por pais, nem por professores e muito menos pela Justiça, os adolescentes – já rebeldes por natureza – passaram a descarregar sua fúria sobre o Sistema. Aqueles mais propensos ao crime, já a partir da infância começam a mostrar suas garras. Sem qualquer controle, fazem o que bem entendem. Os que não entram diretamente no crime e optam por terminar os estudos, procuram maneiras de “se dar bem”, visto não terem recebido educação apropriada dos pais e, por consequência, não terem tido acesso aos valores mais caros ao cidadão, a honradez, a honestidade, o caráter. E vão, ao longo de sua vida, fazer trambiques na política, nas empresas, e por onde mais passarem, sem qualquer medo ou peso na consciência.

Tal comportamento advém de uma má formação de caráter, uma permissividade incutida na mente dos jovens a partir da leniência de seus superiores hierárquicos, sejam pais, professores ou autoridades. Quando um jovem fica sabendo que, por mais que faça de errado não vai ser castigado, nem preso, sendo no máximo “apreendido”, fica à cavaleiro para fazer o que quer.

 Dessa forma, somente uma solução de base solucionará, em médio prazo, o problema de descontrole do mundo:

 E essa solução é simplesmente a volta à hierarquia. Crianças devem obedecer cegamente pais, professores, pessoas mais velhas e autoridades constituídas. Acabe-se com essa ideia tola da esquerda e da psicologia engajada, embutida na Constituição Mãe de 88 e em estatutos lenientes como o da Criança e do Adolescente, que proíbe castigos e deveres aos jovens. Criança tem de obedecer aos pais e professores, tem de ter respeito e, por que não, medo dos mais velhos. Criança tem de ser castigada quando merece, levar palmadas e ser responsabilizada por seus atos. A palavra “NÃO” deve ser incentivada. Pais que só dizem sim não são pais nem educadores.

Assim, quando o respeito à hierarquia voltar, as novas gerações estarão novamente aptas a entender o que é respeito, honestidade, trabalho, conhecimento, meritocracia, convivência social, empatia, palavras esquecidas na maré mansa das esquerdas e, quem sabe, trazer então o Brasil e o mundo de volta aos trilhos da civilização perdida.

Violência marginal

“Violência Marginal”

 

Há tempos que tenho severas restrições à turma dos “Direitos Humanos”, de viés esquerdista, que insiste em combater a “Violência Policial”, esquecendo-se propositadamente da violência dos bandidos, e que uma é consequência da outra. A mídia abraçou essa ideia, como abraça toda e qualquer ideia vinda da esquerda, pois ainda imagina que é mais chique, mais intelectual, perseguir os ideais totalitários de Marx, Lenin, Stalin, Gramsci, etc.  Afinal, a estratégia populista de esquerda é mais fácil de vender. E como fazer isso? É simples:

 

1)     Divida o mundo em duas categorias: ricos e pobres.

2)     Informe ao povo que os ricos são pessoas brancas, de boa aparência, que nunca trabalharam, que usam roupas caras, carros importados, helicópteros e jatinhos, e que vivem tomando whisky em restaurantes caros enquanto viajam pela Europa.

3)     Diga também que, por outro lado, os pobres são negros, moram em favelas, não tem estudo nem emprego, passam fome e, para sustentar suas famílias precisam roubar ou traficar, pois caso contrário serão escravizados pelos ricos.

4)     É importante salientar que os ricos são maioria.

5)     Já os pobres são compostos pela união de todas as minorias possíveis e imagináveis: negros, índios, pardos, homossexuais, trans, quilombolas, trabalhadores rurais, mulheres frágeis, desempregados, estupradas, empregadas domésticas, funcionários públicos, prostitutas, sem terra, sem teto, etc.

6)     Os ricos você chamará de “elite”

7)     Atribua aos ricos todos os defeitos que puder: elitistas, ladrões, egoístas, corruptos que lutam contra os direitos humanos e contra as minorias.

8)     Aos pobres reserve o papel de vítima, gente que, por mais que se esforce, jamais conseguirá nada na vida, pois a elite não deixará.

Pronto, o quadro está formado. Agora basta você se colocar do lado certo da divisão, isto é, do lado das minorias, e atacar as elites. Como Lula sabiamente sempre fez: é a política do “nós contra eles”. Como se ele fizesse parte da pobreza… Mas o teatro, como se viu, funciona. Se quiser mais visibilidade, faça como a maioria dos ativistas de esquerda: estude sociologia, direito, geografia ou história e arrume uma indicação numa ONG, numa Defensoria Pública, na OAB, numa rede de televisão ou jornal. Mataram um bandido na favela? É a violência policial agindo em desprezo aos Direitos Humanos. Esse bandido era apenas um garoto que amava os Beatles e os Rolling Stones, ou a Anitta e algum rapper da hora. Para que prendê-lo? Só porque tem quatro mortes nas costas? Ele é um menino perfeitamente ressocializável. Isso não passa de culpa das elites.

 

Bom, a verdade é que cansei dessa lenga-lenga esquerdista, desse mimimi que escuto desde os tempos de escola, patrocinado por trotskistas, maoístas, marxistas, que queriam – e ainda querem – a todo custo tomar o poder. Então pensei: Por que a esquerda insiste no termo “Violência Policial”, se normalmente ela é consequência de um outro tipo de violência, praticado por bandidos?

 

E cunhei o termo que dá título a este artigo: “Violência Marginal”. No meu modo de entender a violência marginal é causada por qualquer indivíduo ou grupo que viva à margem da sociedade ou esteja lutando contra ela. Assim, bandidos, black blocks, sindicalistas, gente que depreda repartições públicas ou invade propriedade privada, quando agem, estão praticando “Violência Marginal” e devem ser combatidos à altura. Da mesma forma, quando a polícia – que deve ser rigorosa e deve ter liberdade para matar quando confrontada por bandidos armados -, extrapola, agindo fora da Lei, seja praticando atos de corrupção, execuções ou participando de milícias que intimidem o cidadão, também deve ser enquadrada no termo “Violência Marginal”.  Quando estiver atuando com a força que o Estado lhe prescreve, inclusive usando as armas que o Estado lhe fornece, ai estará dentro da Lei, não se podendo falar nem em violência policial nem em violência marginal. Quem em sã consciência receberia ordens para invadir uma favela atrás de traficantes e, recebido a tiros, iria ficar quietinho, pois não se deve revidar um ataque? Isso é uma piada de mau gosto.

 

Então que tal, ao invés de ouvirmos o tempo todo a mídia falando em violência policial, passarmos a ouvir os repórteres da vida falarem em violência marginal? Acho mais justo com a polícia e com os bandidos. Chega de populismo barato e de hipocrisia ideológica. Vamos dizer as coisas como elas realmente são. Chega de violência, mas de violência marginal.

E, no oitavo dia, fez-se a Quinta Instância…

E, no oitavo dia, fez-se a Quinta Instância…

 

Acima dos Juízes de primeiro grau; acima dos Desembargadores de Tribunais Regionais Federais e de Justiça; acima do STJ; e, muito acima do STF, paira nas nuvens do Olimpo Jurídico o jornal “O Estado de São Paulo”, ungido por eles mesmos como intérpretes únicos e soberanos de nossa Constituição. O vetusto diário, e somente ele, através de seus soberbos e impositivos textos, é capaz de interpretar nossa Carta Magna e, como um professor aloprado, publicamente repreender os incompetentes magistrados – o alvo da vez é o Ministro Barroso – que ousem divergir de seus rábulas editorialistas. Afinal, quem a Justiça acha que é para ficar por ai, em nome do povo, tentando reduzir a impunidade no Pais dos Mesquitas e dos Temers?

 

 

À procura de um HOMEM

À procura de um HOMEM

Nestes dias permissivos de hoje, o que está faltando é HOMEM! Homem pra dar cacete e prender bandidos. Homem pra não deixar moleque ou qualquer outro marginal provocar e abusar de policial. Homem pra educar seus filhos. Homem pra colocar aluno abusado pra fora da classe e do colégio. Homem pra combater traficante. Homem pra entrar pra política e ser honesto, pensar nos outros e não nele mesmo. Homem pra mudar as Leis e deixar criminoso mofar na cadeia, seja qual for sua idade. Homem pra prender político corrupto. Homem pra enfrentar e dar tiro em bandido armado independentemente das opiniões da OAB, da Defensoria Pública e das antas de esquerda. Homem pra dar um jeito na Educação, construir escolas decentes e dar salário digno para professores. Homem pra fazer esgoto em vez de ponte. Homem pra acabar com esses cabides de emprego chamados estatais. Homem pra enfrentar o funcionalismo público, os sindicatos e todos aqueles que intimidam os políticos na hora de fazer leis mais austeras. Homem pra não reeleger nenhum crápula que nos atormenta a vida nos congressos, assembleias e câmaras municipais. Homem pra não só construir hospitais, mas fazer com que funcionem todos os dias. Homem pra acabar com essa frescura hipócrita que faz com que as notícias na TV tragam a ridícula “versão” dos citados dizendo que são inocentes. Imprensa não é Justiça para ter o contraditório. Imprensa deve dar a notícia. Ponto. Os acusados que se defendam na Justiça. E homem para acaba com essa frescura do politicamente correto, implantada pela esquerda, que faz com que seja preciso sempre se referir a todos os gêneros (meus senhores e minhas senhoras, advogados e advogadas…). Isso é ridículo. Quando você cita o plural masculino já engloba todos os gêneros. No caso deste post, quando me refiro a HOMEM, é claro que ai estão incluídas as mulheres. Quando digo que está faltando HOMEM, não me refiro a sexo nem à opção sexual de cada um, mas sim à atitude, caráter, coragem, que muitas vezes o sexo feminino tem mais acentuado do que o masculino. (Percy Castanho Jr.)

Flavio Gurgel Rocha Presidente

Flavio Gurgel Rocha Presidente

 

Esse moço, dono das Lojas Riachuelo, é meu perfil de candidato à Presidente. Liberal, quer um estado enxuto, meritocracia, empreendedorismo, etc. Não tem papas na língua e, aparentemente, não tem rabo preso com ninguém. O MST tentou paralisar suas fábricas com sete mil trabalhadores e os próprios trabalhadores não aceitaram. Flavio chamou o MST de vagabundos na lata. Precisamos de gente com coragem. Deem uma olhada com carinho no cara. Como se faz para gente assim decolar e ter visibilidade popular? Se juntar o Flavio, o João Amoedo e o Felipe D’Ávila, dá um equipe de respeito!

A Ministra Rosa Weber é a chave de tudo

A Ministra Rosa Weber é a chave de tudo

 

No caso da prisão em Segunda Instância, que nos coloca em polvorosa diante da possibilidade de deixar Lula fora das grades, a decisão a favor foi apertada: 6 a 5.

Votaram a favor: Teori Zavascki, Luis Fux, Gilmar Mendes, Carmem Lucia, Roberto Barroso e Edson Fachim. Com a morte de Teori e a entrada de Alexandre de Moraes, instalou-se uma dúvida: o novo ministro seria a favor ou contra a prisão? Seus últimos votos e posicionamentos mostraram que é a favor. Menos mal. Dessa forma, se todos os ministros fossem coerentes com sua consciência, a prisão em Segunda Instância continuaria valendo, mesmo que fosse novamente julgada, mantendo-se o placar de 6 a 5, pois os do contra, petistas de carteirinha, jamais votarão pela prisão de Lula e seus asseclas. Acontece que o ministro biruta de aeroporto, Gilmar Mendes, que muda de posição conforme o vento, e que votou na ocasião a favor da prisão em segunda instância, já declarou que agora votará contra. Esta decisão muda o placar em 6 a 5 a favor da impunidade, de se deixar Réus condenados em liberdade até prescreverem suas penas.

A única esperança que resta é o voto da Ministra Rosa Weber que, ao ver a mudança de Gilmar Mendes, insinuou que, em nome da segurança jurídica e da credibilidade do STF poderia mudar seu voto – que foi contra a prisão – apesar de sua posição pessoal permanecer assim.

Rezemos, torçamos e oremos, pois, para uma lufada de bom senso soprar lá pros lados do STF, fazendo com que a Ministra Rosa Weber perceba o que deseja a grande maioria dos brasileiros: corruptos e poderosos na cadeia!