Como subir na vida sem fazer força – a esquerda como ela é

Como subir na vida sem fazer força – a esquerda como ela é

 

O que faz para subir na vida uma pessoa ambiciosa, que porém não gosta de estudar, não gosta de trabalhar, tem certa dificuldade em aprender e sabe que não tem competência para enfrentar concorrentes na disputa por cargos em empresas privadas? Simples. Algumas, sem amor à vida, partem diretamente para o crime. Outras, mais temerosas, para não dizer covardes, procuram abrigo na ideologia de esquerda. Se for de família mais humilde, procura um sindicato. Se for mais abastado, enfurna-se numa universidade pública.

Ali encontra parceiros com a mesma dificuldade de cognição, apatia para o trabalho e preguiça intelectual, mas ávidos por dinheiro e poder. Facilmente cooptados, rapidamente são submetidos a constantes lavagens cerebrais, onde aprendem chavões marxistas/leninistas, bem como práticas gramscianas de  intervenção na sociedade visando abalar seus alicerces. Em paralelo, filiam-se a um partido de esquerda, de preferência no poder – um Partido dos Trabalhadores, por exemplo -, que lhes garanta um bom provento mensal em empresa estatal ou sindicato sem nem mesmo precisar frequentá-los, pois seu tempo deve ser dedicado à catequização e à militância política.

Pronto! Pariu-se mais um “intelectual” de esquerda, apto a vociferar impropérios contra a sociedade capitalista, os banqueiros, as elites dominantes que roubam a classe operária, a incentivar a cizânia entre a população jogando-a contra uma falsa “elite”, a organizar passeatas de professores, invadir prédios públicos e propriedade privada, dar entrevistas a redes de jornais ou TV onde repetem a cantilena decorada sem dó nem piedade de nossos cérebros e ouvidos.

Alguns ficarão nas universidades para sempre, controlando, censurando, catequizando, cuidando de seu rebanho de alunos e professores de maneira a não permitir que outras ideias e ideologias  possam ser ali discutidas. É o monopólio da esquerda dominando e sufocando a Academia. E ai de quem, sob os umbrais do magistério, não compactuar com suas ideias: sofrerá o pior de todos os bullyings. Será taxado de conservador, fascista, homofóbico,  racista e preconceituoso.  Outros, mais obtusos,  se fixarão nos sindicatos onde, cercados de truculentos seguranças, vomitarão suas rasas ideias e ordens unidas em assembleias de minorias de operários já catequizados que os reelegerão eternamente. Alguns desses, com mais poder de aliciamento e manipulação se candidatarão, mesmo sendo analfabetos de pai e mãe. Podendo, em certos casos, atingir o ápice do cume político social, a Presidência da República. No Éden, onde a Zeus tudo é permitido, chafurdarão no lodaçal dos escândalos, das mordomias, da corrupção. Formarão quadrilhas, eliminarão adversários. Sentirão vergonha? Claro que não. Pois esse sempre foi o objetivo inicial: não importam os meios desde que o fim – o MEU bem estar social – seja atingido! Danem-se os outros, inclusive os companheiros que forem pegos pelo caminho. Quem mandou vacilar?…

Pois é essa a esquerda que conheço desde criancinha, que de boba não tem nada, e da qual fujo como o diabo da cruz. (Percy Castanho Jr.)  

Você acha que vive numa Democracia?

Você acha que vive numa Democracia?

 

Desculpe-me a grosseria, mas você é um tolinho inocente.

Vou dizer aqui o que é democracia. Por favor, não coloque comentários do tipo “isso é o óbvio”,  “isso é utopia”, ou “você acha que esses políticos aprovariam isso?”. Tais posições denotam conformismo, escapismo e, se é o óbvio, não precisa ser repetido. O que é democracia: Democracia, como todos nós, a princípio, achamos que sabemos, é o governo do povo pelo povo, onde o cidadão exerce sua soberania elegendo seus representantes para os parlamentos, representantes  que teoricamente farão o que teoricamente é melhor para ele, povo. Na prática, como sentimos diariamente na pele, não é assim que funciona. Quem elege os políticos não é o povo. O Brasil é muito grande. Então, cada político é “dono” de uma região, a qual mantem propositalmente atrasada, onde tem seu curral eleitoral e seus votos. Uma vez eleito, faz o que quer e ninguém consegue tirá-lo de lá, pois seus pares fazem o mesmo. Chegam as próximas eleições e a coisa se repete infinitamente, mantendo as mesmas oligarquias no Poder.

A única maneira de uma democracia funcionar é dando ao eleitor a possibilidade de tirar os políticos, ministros e juízes de seus cargos quando achar conveniente. Esse sistema chama-se “recall”. Funciona como um plebiscito, um referendo, e tem o poder de retirar de seus cargos deputados, senadores, juízes e promotores nos EUA e em outros países avançados.

Da mesma forma, eleitores podem votar, além de deputados e congressistas, em juízes, xerifes e procuradores.

O voto não obrigatório também é essencial para que o sistema funcione a contento.

E o sistema distrital puro faz com que eleitores de determinada região só possam votar em candidatos dessa mesma região, fazendo com que um assuma compromisso com o outro.

Tudo funciona de maneira bem simples e transparente. Só tem um problema:

Convencer os cafajestes que se apossaram do poder a implantar essas três modificações.

E só uma pessoa tem essa prerrogativa: VOCÊ!

Então pare de reclamar e escrever frases feitas e, se concorda com tais ideias, ajude a divulga-las, fale sem parar, converse com os amigos, pressione os políticos, envie e-mails, seja chato. Mudar um País não é fácil. Já perdemos tempo demais. Acho que a Lava Jato é um bom momento para pegarmos esses crápulas de calças curtas e amedrontados, obrigando-os a fazer o que é o melhor para o povo.

Um caminho para isso é um plebiscito que englobe todos esses temas. Outro caminho seria a instalação de uma Assembleia Geral Constituinte Independente, feita por notáveis que estejam fora do Poder e que se submetam a uma quarentena após sua aprovação.

Que tal conversarmos sobre essas ideias? Assim, ao menos nenhum argentino poderá dizer que somos um País de carneirinhos acomodados. Morramos, mas estrebuchando… (Percy Castanho Jr.)

Deus escreve certo por ervilhas tortas

Deus escreve certo por ervilhas tortas

 

Prevendo o futuro do STF, só para os fortes…
Por incrível que pareça, a ida de Dias Toffolli para a Presidência do STF ira melhorar – ao menos teoricamente – as coisas nesse Excelso Tribunal. Com a saída de Toffolli, Carmem Lucia vai para a 2a. turma, composta por cinco ministros e onde as votações ficarão em 2 X 2, com Fachim e Carmem Lucia atuando do lado da decência versus Levandowski e Gilmar Mendes chafurdando no lodo da promiscuidade política. O imprevisível Celso “uma no cravo outra na ferradura” de Mello será, então, o “infiel” da balança, que poderá – ou não – nos trazer surpresas agradáveis. (Percy Castanho Jr.)

Lava Jato em perigo: a única maneira!

Lava Jato em perigo: a única maneira!

 

Vamos ser francos. Há uma guerra declarada, no STF e na República: o povo mais lúcido, a maioria dos cidadãos, as pessoas honestas que trabalham e pagam impostos, querem o fim da corrupção, a continuidade da Lava Jato e, consequentemente, a prisão de seu mais emblemático líder, o ex-presidente Lula. Infelizmente há o outro lado da moeda, que quer acabar com a Lava Jato e continuar com a impunidade. São os políticos, seus apaniguados, alguns pseudo intelectuais e artistas e a classe menos favorecida e informada da população, principalmente no nordeste, aquela que foi manipulada pelos atos populistas de Lula. No STF, composto de 11 ministros e onde funcionam duas Turmas de cinco ministros cada, sabe-se que a primeira turma é a favor da Lava Jato enquanto a Segunda quer acabar com ela. Infelizmente o Ministro Edson Fachim, relator e responsável por todos os processos da Lava Jato, pertence à segunda turma e é sempre voto vencido, pois fica à mercê de Dias Toffoli, Ricardo Levandovski e Gilmar Mendes, além do instável Celso de Mello. Sempre gosto de, além de reclamar, apresentar soluções práticas, que muitos dizem ser utópicas. Não são. Basta ter vontade política e vergonha na cara para implementá-las. Assim, apresento a solução definitiva – que está nas mãos de Edson Fachim – para acabar de vez com esse vai e vem sem fim que destroi nosso humor e nossa esperança a cada dia:

 

A solução:

 

Basta, a partir de agora, que o relator da Lava Jato, Ministro Edson Fachim, encaminhe TODOS os processos, pedidos, reclamações, petições, Habeas Corpus, Embargos e o que mais seja relacionado à Lava Jato, diretamente ao Plenário do Supremo, para que sejam julgados pelos onze juízes. Ele tem esse direito assegurado e é perfeitamente legal. Além do que a importância da Lava Jato clama por um julgamento mais abrangente. Simples, não?

 

Se Edson Fachim é sincero e está realmente disposto a continuar lutando pelo fim da impunidade julgando com rigor esse estrondoso caso de corrupção, o maior do mundo, fará isso. Caso contrário, se continuar submetendo os casos à Segunda Turma, onde sabe que irá perder, estará, ao simular ser a favor da Lava Jato, jogando na verdade a favor da impunidade. A conferir. (Percy Castanho Jr.)

O dia em que Roberto Carlos encontrou Elvis Presley.

O dia em que Roberto Carlos encontrou Elvis.

 

 

– Tu é rei.

– Não, tu é rei.

– Não, tu é rei.

– Não, tu é rei.

– Não, tu é rei.

– Não tu é rei.

– Elvis não morreu.

– Valeu! Ganhou, bro. E tu, depois de morrer, vai continuar com aquela chatice, o especial de fim da ano?

– Claro, meu contrato com a Globo vai até o ano 3000.

– Haja saco, mano. Eu já não aguentava mais cantar Fever Las Vegas.

– Detalhes, bro. Pior é aturar o Erasmo e a maninha me chamando de amigo. Todo ano a mesma coisa. E que tudo o mais vá pro inferno. Menos Jesus Cristo, Jesus Cristo, Jesus Cristo eu estou aqui.

– Aff, como tu é chato, fui. Vou me jogar da bridge over troubled water.

– Debaixo dos caracóis…

– Vai tomar no cu, seu perneta.

– Perneta é a mãe, seu dorgado.

– Eu não sou eu, sou um clone, imbecil. Eu já morri.

– Elvis não morreu.

– Morri.

– Não morreu.

– Morri.

– Não morreu.

– Morri. Quersaber mais do que eu que sou o defunto?

– Pior sou eu, que entrei num concurso pra imitar Roberto Carlos e fiquei em segundo lugar.

– Tu é pior que tu mesmo.

– E você, que era metido a artista de cinema, mó canastrão.

– Metido, não, galã. Ganhei um Oscar.

– Enfia teu carisma e teu Oscar no rabo.

final da conversa censurada!

O que queremos para o Brasil?

O que queremos para o Brasil? 

Ao analisarmos friamente as condições políticas que ai estão podemos deduzir que:

 – uma grande porcentagem dos políticos “profissionais” em atividade é fundador, representante ou descendente de uma oligarquia regional e ocupa cargos legislativos ou executivos há décadas. Para tanto, seus caciques aproveitam-se da ignorância do povo em seus grotões ou redutos eleitorais, tanto através de pequenas benesses e esmolas, como por meio de ameaças para quem não vota em sua família. Uma vez perpetuados no Poder, acham-se livres para fazer Leis que os beneficiem, eleitoral, financeira e judicialmente.

 – Em todas as eleições o cidadão mais bem informado, desiludido com a corrupção, as promessas não cumpridas, o descaso e a legislação em causa própria, tenta conscientizar pessoas de seu relacionamento a procurar uma “renovação”, votando em candidatos novos. Tal oxigenação mostra-se inviável, pois o Brasil é muito grande, praticamente um continente, e essa revolta – geralmente oriunda das capitais e cidades maiores – não chega aos grotões, onde o povo humilde é mantido na ignorância propositadamente, e onde o cidadão sem escolaridade e sem informação continuará votando em quem lhe deu esmolas, o coloca numa van para ir ao distrito eleitoral, lhe paga um lanche e o ameaça descaradamente.

 Como mudar tal situação?

 A curto prazo vejo duas soluções, perfeitamente viáveis, que poderiam mudar rapidamente esse quadro desolador:

 1)     Um plebiscito perguntando se o povo quer a continuidade do voto obrigatório.

2)     O fim do Foro Privilegiado.

Como é por demais sabido, políticos corruptos escondem-se atrás de seus mandatos para que seus crimes sejam esquecidos ao longo do tempo, prescritos pela inabilidade ou incompetência do STF em julgar com rapidez. O fim do Foro Privilegiado colocaria por terra tal escudo, fazendo com que muitos desses políticos “eternos” desistissem de concorrer, uma vez finda a impunidade que o Foro Privilegiado lhes proporcionava.

Da mesma forma, o fim do voto obrigatório aos poucos faria com que apenas os reais interessados em colocar representantes dignos no Poder se dirigissem às urnas, acabando com os votos de cabresto.

 Etapas posteriores poderiam fazer uma reforma política de verdade, reduzindo o quadro partidário a, no máximo, cinco agremiações, restringindo o voto a quem tivesse escolaridade mínima secundária, um ambiente democrático de verdade, onde o parlamentarismo e o voto distrital com recall – aquele em que podemos não só colocar, como retirar do poder quem quisermos – colocariam nosso País de vez no primeiro mundo, acabando com essa republiqueta de bananas em que os “políticos” de ocasião nos tornaram.