STF – A (Segunda) Turminha do Balão Mágico

STF – A Turminha do Balão Mágico

 

 

Essa verdadeira guerrilha, encetada pela defesa de Lula sob os auspícios da turminha do “Balão Mágico”, a famosa Segunda Turminha do STF (leia-se Toffolli, Levandowski e Gilmar Mendes), com o objetivo de soltar Lula antes do recesso daquele Tribunal, é verdadeiramente indecente. Esse pessoal já perdeu a compostura, a vergonha, já deixou de lado até aquela aura de hipocrisia que dava ares sérios às suas tramoias. Agora o jogo é aberto. É como se um Marcelo Odebretch, ao ser entrevistado pela Globo, entrasse em detalhes sobre a corrupção: “Sim, era normal. Dei 100 milhões pro Lula através de transferência pra conta “sapo que chia não mia”, em nome dele nas Bahamas”. Os homens perderam totalmente a noção do perigo. A soltura de José Dirceu, sem nem ao menos um pedido da defesa, foi algo tão vergonhoso que é difícil descrever em palavras. Os advogados entraram com uma simples Reclamação contra prisão em segunda Instância. Não podendo mudar a decisão do STF, que já resolveu pela prisão após esse julgamento, Toffolli resolveu ele mesmo agir como advogado de Zé Dirceu, tirando da pochete, ou da cartola, não um coelhinho da Páscoa, mas um gordo Habeas Corpus “de ofício”, que é quando um Juiz toma uma decisão que não foi solicitada. Zé Dirceu, satisfeito como um paxá após o jantar, já está em casa. Essa trama obscura, que faria corar um Richelieu, foi uma “preparação” para a soltura de Lula, a abertura de um precedente, a almofada moral que possibilitará ao STF perder a vergonha de vez. Coisa de canalhas coniventes. De quadrilheiros. Sem cabimento. Pior: Após a chanchada de Toffolli, Fachim pediu vista do processo. Quando se pede vista, as decisões ficam em suspenso até que o Juiz devolva o processo. Mas Toffolli nunca se dá por perdido. Arranjou, com sua Turminha do Balão Mágico, uma liminar para soltar Zé Dirceu imediatamente, com vista ou sem vista. STF, “hasta la vista, baby”…

Balanço

Balanço
Quando você olha para trás fazendo o balanço de sua existência, o que mais conta não são os cargos que ocupou, os diplomas que amealhou ou o dinheiro que ganhou, mas sim as amizades que conquistou, a família que construiu, os amores que viveu, as aventuras que ousou, as emoções que sentiu, o bem que disseminou, os micos que estrelou, as quedas que superou, enfim, a vida bem vivida que levou.

Vai, Alemanha! Ou, Vai, Brasil?

Vai, Alemanha! Ou, Vai, Brasil?

 

Atribuo a três fatores o atual desinteresse do brasileiro – historicamente um torcedor fanático – pela Copa do Mundo e consequentemente pela Seleção Brasileira de Futebol. Tal apatia tem origem nos campos político, passional e psicológico.

 

Efeito político – A descrença dos brasileiros em seus políticos; a descoberta da corrupção institucionalizada, desde o Mensalão até a Lava Jato incluindo-se a FIFA e a CBF; a situação caótica a que foi levado o Brasil nestes últimos quinze anos, bem como a descoberta de que os governos sempre usaram o futebol como o “circo” para que o povo se esquecesse das mazelas, fizeram com que o torcedor se afastasse da Copa, desanimado com as eleições e com tudo que seja associado ao “Oficial”.

 

Efeito passional – O torcedor médio brasileiro não aprecia o futebol como um esporte. Sofre de paixão ardente, sim, pelo seu clube, que traz no coração desde a infância, associando jogos a momentos emocionantes vividos em família quando criança, com amigos, na escola. Se jogarem simultaneamente a Seleção Brasileira contra a França e o Corinthians contra o Flamengo, nenhum torcedor corintiano ou flamenguista perderá seu tempo vendo a seleção. Em tempos de Copa do Mundo, o torcedor quer se ver representado na Seleção por jogadores de seu time. Por isso todo torcedor é um técnico e escala o time à sua maneira. Com uma seleção como a atual, na qual a imensa maioria dos jogadores pertence a times estrangeiros, o torcedor não vê motivos para achar que a seleção o representa, diminuindo assim seu entusiasmo por ela.

 

Efeito psicológico – Passavam dez minutos das nove horas da noite do dia 08 de julho de 2014. No quase vazio vagão do metrô seguíamos, Dora e eu, para Chelsea, elegante bairro de Londres, onde morávamos à época, mais especificamente para a King’s Road, sua rua mais famosa, a fim de comer uma pizza. Mal podíamos imaginar que uma tragédia acontecia naquele momento em nossa Pátria. A distância e os costumes fizeram conosco uma coisa inimaginável: perder uma partida do Brasil pela Copa do Mundo. Na verdade, estava à época brigando com a Orange, operadora de TV a cabo, como se estivesse no Brasil brigando com a Net, Claro ou Vivo. Como vocês podem ver, os problemas só mudam de endereço. Então, só no dia seguinte soube do vexame proporcionado por nossos atletas ao perder de sete a um da Alemanha enquanto – felizes e alienados – degustávamos uma redonda londrina. O brasileiro, a partir dai, passou a ter um sentimento para com a seleção que jamais experimentara: o medo. A arrogância, a autoconfiança, o Patriotismo exacerbado, desmoronaram, dando lugar a uma paura, uma desconfiança, um desânimo e um desprezo poucas vezes experimentados. Esse medo do bicho papão é o efeito psicológico que faz o brasileiro médio ao menos fingir que não se interessa mais pela Copa.

 

Mesmo ostentando esse aparente desinteresse, logicamente o brasileiro estará à frente de uma TV. Enquanto esbraveja contra os canarinhos e bravateia sua torcida pelo adversário, secretamente aguarda uma jogada mágica de Neymar ou Gabriel de Jesus que o faça sair do torpor e pular da cadeira, abraçando e beijando estranhos como o mais feliz dos loucos, como se a triste realidade que o vem assombrando nestes últimos anos não passasse de simples pesadelo. Torço para que isso aconteça. O trabalho atualmente desenvolvido me parece sério e os jogadores são o que de melhor se poderia ter. Afinal o brasileiro, pobre coitado, já sofreu demais.

A esquerda é canalha

A esquerda é canalha

 

Após terem sido humilhantemente derrotados pela Revolução de 64, os atordoados gatos pingados, os guerrilheiros de meia tigela que restaram vivos devido à magnanimidade dos militares, deviam é ser agradecidos por ter-lhes sido poupada a vida naquela guerra. Sim, pois não se enganem os senhores pelas mentiras espalhadas pelos guerrilheiros e seus tontos seguidores de hoje: aquilo era uma guerra declarada contra o Estado, contra as Instituições. A ideia era tomar o regime pela força e implantar no Brasil uma “República Socialista” – um eufemismo para ditadura do proletariado -, aos moldes de Cuba e União Soviética. Ao receberem pronta resposta de nossas Forças Armadas, como coelhos ou veados assustados os “bravos” guerrilheiros se jogaram no mato. Sua técnica, aprendida em Cuba, era a dos covardes. Só sabiam tocaiar, sequestrar inocentes, assaltar incautos. Jamais enfrentar inimigos como homens. Perderam como ratos. Anos de exílio depois, perdoados através da Lei da Anistia, deveriam ficar calados e partir para outra. Pois a Lei foi feita de comum acordo por ambos os lados, no intuito de se acabar com as infindáveis discussões ideológicas sobre quem tinha razão: os guerrilheiros ao tentar tomar o Poder sem se importar com os meios, roubando, assaltando, sequestrando e explodindo bombas, ou os militares ao responderem à altura, prendendo, matando em combate ou forçando os presos a entregarem seus companheiros através de tortura. Sempre é bom lembrar que a guerrilha começou ANTES de os militares tomarem o Poder. Eles assim fizeram, com a Revolução de 64, justamente para evitar que guerrilheiros socialistas assomassem o governo. Então, essa conversa furada dos socialistas de agora, dizendo que lutaram contra a ditadura, é uma mentira digna de Pinóquio. É apenas mais uma distorção dos fatos, adaptados conforme a dança de quem só dá volteios e rodopios para o lado esquerdo do salão. Como dizia, assinada a Lei da Anistia, não havia mais que se falar em culpados ou inocentes. Uma Lei desse tipo é para passar a borracha no passado, para esquecer ressentimentos e tocar o barco para a frente. Mas a esquerda é canalha. Bastou se travestir de inocentes vítimas, arranjarem um ponta de lança, um títere carismático (Lula), que conseguisse manipular a população jogando pobres contra ricos através de esmolas, e pronto. Assumem o poder travestidos de democratas e tocam a querem mexer nas feridas, mas apenas na parte que lhes interessa: “Vamos investigar as torturas”, “Esses militares devem pagar pelo que fizeram” “Nós lutamos contra a ditadura e vamos tirar isso a limpo”, etc. Sobre os assaltos, sequestros, execuções e assassinatos cometidos por eles e seus comparsas, pela camarilha comunista, nem um pio sequer. Então, essa fissura por uma revanche que lhes resgatasse ao menos um pouco da humilhação sofrida na Revolução que lhes tolheu o sonho cubanol virou uma obsessão. E, estando no Poder, que coisa melhor do que instalar “Comissões e CPIs da Verdade” para tentar desencavar fatos que incriminassem militares? Todas elas conduzidas por elementos “isentos”, desde que devidamente engajados na luta “progressista” e comprometidos com a causa, claro. Pois esses ajuntamentos deveriam se chamar “Comissão da Mentira”, uma vez que só investigam o que lhes interessa. É como digo: os militares foram incompetentes ao não eliminar toda a corja. Deixaram intacto o ninho da serpente. Se as cabeças houvessem sido cortadas, agora muita gente ingênua – a maioria ignorante, mas muitos também de má fé -, tendo perdido o bonde da história, ou por não ter nascido, ou não ter vivido, não abriria a boca para falar bobagens sobre “como era ruim o período da ditadura”.  Vocês não sabem o que é ruindade. Arruinados estaríamos, cubanizados ou bolivarizados, se os Dirceus, Lamarcas, Jenoinos, Aloízios, Mariguellas e Dilmas tivessem vencido aquela guerra, pois, mesmo a tendo perdido, vejam pela cara destroçada do Brasil, do que são capazes ainda hoje. A esquerda, como imagino diria Nelson Rodrigues, é apenas canalha.  (Percy Castanho Jr.)

Afinal, Jair Bolsonaro é ou não homofóbico, torturador e machista?

Análise – Afinal, Jair Bolsonaro é ou não homofóbico, torturador e machista?

 

 Feliz ou infelizmente, nunca tive papas na língua. Falo o que penso, sem medo, e isso já me causou problemas durante a vida. Não de Justiça, mas de relacionamentos, empregos, amizades. Subi na vida às minhas custas, graças ao meu mérito pessoal. Se dependesse da política estava perdido, pois venho de uma época em que era “bonito” ser de esquerda. Como jamais fui e sempre defendi uma posição mais liberal, democrata de centro que sou, sofri muita discriminação nos meios estudantis e artísticos que frequentei. Por isso, e também porque não tenho vocação para engolir sapos, jamais pensei em entrar para a política, apesar de muitas vezes ter sido convidado. Mas também jamais me omiti. Neste momento crucial, como imagino que a você também, muito me preocupa a situação de nosso País. Chegamos num ponto de quase total descontrole, tanto das contas públicas como da corrupção desenfreada e da falta de educação, saúde e  segurança pública. No epicentro do furacão concentram-se as próximas eleições. Imagino que esse evento seja uma boa oportunidade de se tentar renovar o Congresso e o Governo, uma vez que sabemos o que desejam os que ai se aboletaram há muito tempo. Dentre as quase duas dezenas de candidatos, a maioria tendo gosto de “mais do mesmo”, tenho analisado Jair Bolsonaro. Ele “sofre” do mesmo problema que eu. Corajoso, não tem medo de expor suas ideias, mesmo sabendo que algumas delas poderão ser pouco palatáveis para alguns eleitores. Vejo muita gente dizer: “Bolsonaro ? Deus me livre”. Você pergunta o porquê dessa aversão e a pessoa o tacha de homofóbico, machista, sexista, torturador, etc.  Infelizmente tais pessoas estão sendo manipuladas por uma mídia perversa tendo por trás a esquerda, e não sabem o que dizem. Este texto tenta jogar um pouco de luz sobre o candidato para que, ao escolher algum deles, você ao menos não cometa injustiça. Isto não é uma propaganda de Bolsonaro. Vote em quem quiser. É apenas um texto para se fazer justiça a alguém que considero bastante caluniado. Acontece que Bolsonaro, quando “interrogado” por jornalistas, não sabe ser um Paulo Maluf, tergiversador profissional que responde a qualquer coisa menos à pergunta. Bolsonaro não. Ele responde diretamente sobre o que lhe foi perguntado, mesmo sabendo que ali se esconde uma armadilha. Seu jeito irônico e bem-humorado de falar dá vezo a posturas indecentes de repórteres que pinçam uma palavra da frase e criam uma “opinião” emitida pelo capitão da reserva. Ontem assisti a um programa de debates (do final do ano passado)  de Bolsonaro na Bandeirantes. Monica Bergamo perguntava por que Bolsonaro era a favor da tortura. Ele respondeu mil vezes que não era a favor da tortura, mas sim a favor de um rigor na inquirição do bandido, com a clássica alegação de que um filho seu poderia estar sequestrado. Cinicamente a jornalista, que estava ali somente para atacá-lo, terminou a rodada ignorando o que disse o entrevistado e  dizendo – no que foi acompanhada pelos demais “entrevistadores” – que se admirava muito de ele ser a favor da tortura. Quer dizer, ela distorceu sistemática e completamente a resposta do entrevistado. Essa mulher não pode ser considerada uma jornalista. Ela é uma militante. E das piores. De má-fé. Mas suas colocações finais são as que ficam. Quem ler apenas o que ela escreve ou der ouvidos  ao que ela fala – e como fala – , vai sair com a impressão de que Bolsonaro é um torturador fanático.

Pois bem, meus amigos. Assisti a várias entrevistas do candidato Jair Bolsonaro. Ele não tem o dom da palavra. É sincero mas não consegue dar uma visão ampla do assunto colocado em questão. Mas não vi uma só posição política sua da qual eu discordasse. Na economia – assunto do qual não entende e confessa isso, coisa difícil entre políticos -, fez o correto:  escolheu o grande economista Paulo Guedes para assessorá-lo e quer fazer dele seu Ministro da Fazenda. Vi várias palestras de Paulo Guedes e se tem alguém competente ao extremo, e com o qual concordo em gênero, número e grau é ele. Guedes defende uma reforma tributária para termos poucos impostos. E mais baratos, o que paradoxalmente, fará crescer a arrecadação. Defende a redução do Estado a níveis mínimos, com poucos funcionários públicos, privatização da grande maioria das estatais cabides de emprego, etc. É o que eu faria. Bolsonaro defende a redução drástica na quantidade de Ministérios e a indicação de técnicos gabaritos para comandá-los, acabando com o toma lá dá cá. Ponto para ele. Ai você me pergunta:  “E como fazer isso? Não será Bolsonaro um novo Collor ou Jânio Quadros, que quiseram governar sozinhos?”.  Minha resposta é: “Não”. Estou vendo vários movimentos, também constatados por diversos cientistas e analistas políticos, dando conta de que o MDB e vários outros partidos estão apostando em uma vitória de Bolsonaro e, por isso, estão abandonando as opções disponíveis, seja Rodrigo Maia, Temer, Meirelles ou outros. A ideia é dar apoio a Bolsonaro nas reformas e outros objetivos do Executivo tentando, com isso, se manter à frente do Poder. É tudo que Bolsonaro deseja. E garanto que a barganha não terá vez. Ele usará como moeda de troca a vontade popular e a necessidade do Congresso de ficar “bem na fita” perante a população revoltada, após tantos anos de credibilidade zero. Perguntado sobre seus projetos na Câmara, Bolsonaro citou um, que vale por cem: o voto impresso, que o STF acabou de boicotar. Eu nem sabia que era dele. Sobre o entrevero com Maria do Rosário, dou total razão ao ex-militar. O processo que sofre é totalmente político. Ele foi chamado de estuprador por Maria do Rosário justamente quando defendia as mulheres, lutando pela redução da maioridade penal que permitisse a prisão de Chambinha, – este sim, um menor estuprador e assassino violento. Maria do Rosário, que no caso concreto defendia o estuprador Chambinha, ao discutir num corredor do Congresso com o deputado, chamou-o de estuprador. Bolsonaro respondeu de supetão – como quem se defende de um murro, e como eu tenho certeza que também faria – dizendo que, mesmo que fosse, ela não merecia ser estuprada. O que ele quis dizer com isso? Qualquer beócio sabe. Ele simplesmente a chamou de feia. Falou metaforicamente que, se acaso fosse mesmo sequestrador, não iria perder tempo com um tribufu daqueles, posição com a qual concordo em gênero, número e grau.  Só isso. Mais nada. Qualquer bom entendedor percebe isso. Mas a política é suja. Os ativistas de esquerda estão sempre a postos para desvirtuar e distorcer o sentido das palavras. E então transformou esse impropério, uma autodefesa no meio de uma briga “de rua”, em uma “posição defendida por Bolsonaro a favor do estupro”. Ora, vão passear, inclusive os pastosos ministros do STF que, de má fé, aceitaram a denúncia. Bolsonaro não é a favor do estupro. Aliás, ninguém, em sã consciência, a não ser os próprios estupradores, é favorável a esse crime. Portanto, vamos deixar de balela. Em outra situação, costumam chamá-lo de homofóbico. Se ele é, eu também sou, pois defendo exatamente as mesmas posições: Gay é uma pessoa como qualquer outra. Só que eu não queria ter um filho gay. É difícil entender isso? Ou a hipocrisia fará com que você discorde? Pergunte a qualquer gay se ele queria ter um filho homossexual. Eu já perguntei a vários. E eles disseram que jamais gostariam de ter um filho gay. Se tivessem um filho e ele fosse gay, ok, aceitariam. Como eu, você e Bolsonaro. É preciso acabar com a hipocrisia e a má-fé. E Bolsonaro também defende que não se incentive crianças na escola fazendo cartilhas sobre sexo, identidade de gênero, falando sobre diversidade de gênero, dando bonecas para meninos e outras bobagens que elas terão tempo de sobra para aprender pela vida afora. Escola é para ensinar português, matemática e matérias relacionadas. De minha parte, ponto para ele. Nada me mostrou ser ele homofóbico.  Mais uma lenda urbana criada contra ele: perguntado sobre quantos filhos tinha, disse que cinco. Que os quatro primeiros eram homens, mas no quinto deu uma fraquejada e nasceu mulher. Ora, senhores. Será mesmo que Bolsonaro despreza sua filha? Considera-a um ser inferior? É claro que se trata de uma brincadeira, logo utilizada pela esquerda para rotulá-lo como machista, sexista e outras cositas más. Essa brincadeira, típica de homens, de dizer que fraquejou ao ter uma filha mulher, não tem a menor conotação sexista ou machista. É apenas uma brincadeira, que era e é ainda muito utilizada. Em nada desmerece as mulheres.  Ok, concordo que na boca de um político soa insólito. Mas será que não está na hora de pararmos de ver políticos como seres que só mentem, falam obviedades, fazem caras e bocas e passam a mão na cabeça de criancinhas enquanto comem –  quase vomitando – uma buchada de bode só pra fazer pose?

Bolsonaro, como oficial do Exército, teve de vencer a difícil etapa que é a Academia Militar de Agulhas Negras. Então, burro ele não é. É um militar preparado, com especialidades específicas. Não se cobre, portanto, de um técnico especializado, conhecimentos gerais sobre qualquer assunto. Quem quer entender de tudo acaba não entendendo de nada. Vira um Lula. E isso não queremos mais, com certeza.

Bolsonaro também é criticado por defender a Revolução de 64. Critiquem-me também, pois a defendo com todas as minhas forças. A Revolução, a qual vivi, tendo participado da maioria das passeatas a favor – hoje chamada pela mídia de “golpe”,  foi maciçamente apoiada pela população avessa ao comunismo, e pela própria mídia. Se não fosse por ela, hoje seríamos uma Cuba ou Venezuela. Bolsonaro também  jamais defendeu a intervenção militar neste momento. O que diz, e com o que também concordo, é que se o País chegar ao caos – entenda-se por caos não o significado comezinho de hoje em dia, mas o estado de descontrole e insolvência total, – certamente as Forças Armadas não deixarão o País naufragar. Nada mais correto. Elas estão aí para isso.

O endurecimento das Leis, do Código Penal, juntamente com o aumento das penas, é outro ponto no qual concordo com o candidato. Também gosto de sua ideia de que a principal minoria é o cidadão.

Last, but not least, Bolsonaro é honesto. Jamais encontraram algo contra ele. Sempre esteve contra o PT e contra Lula. Mais pontos para o candidato. Está sendo investigado e atacado há muito tempo tanto pela esquerda como por toda a poderosa classe política corrupta, com medo do que virá. Ninguém encontrou nada contra ele. Continuam com esses ataques maldosos esperando que as  estridentes “minorias” , que tomam conta da mídia, façam o serviço sujo, deixando a população “com vergonha” de lhe declarar apoio. Sim, pois afinal, como eu disse no começo deste longo e entediante texto, para a mídia, para os artistas da Globo, para o PT e sua turma de ladrões, para os pseudo intelectuais, os Chicos e Caetanos dos barzinhos do Leblon, bonito mesmo é ser de esquerda…

Se você não quiser votar em Bolsonaro, não vote. É um direito seu. Apesar desta defesa em seu nome, nem eu ainda me decidi. Álvaro Dias é um bom nome, mas, além de não ter votos,  está há muito tempo no Congresso para tentar uma reviravolta. Será facilmente subjugado pelos seus pares, que conhecem suas fraquezas. Por mim, gostaria de ver Amoedo ou Flávio Rocha na Presidência. Mas não sei se vão decolar ou mesmo resistir até as eleições. Se, dentro de mais algum tempo,  não vir possibilidade de vitória em um desses dois nomes, farei campanha e votarei em Bolsonaro. Como disse, se você não quiser votar em Bolsonaro, não vote. É um direito seu. Mas escolha um bom motivo. Não alegue publicamente que faz isso porque ele é machista, sexista, homofóbico, fascista ou torturador, pois aí você estará se comportando como um petista, como a Maria do Rosário, como um daqueles esquerdistas mais retrógrados que, ao não terem argumentos, inventam, caluniam e mostram de que material é feito seu caráter. (Percy Castanho Jr.)

Karl Marx e o paradoxo da mediocridade

Karl Marx e o paradoxo da mediocridade

 

Os autointitulados progressistas, gente da esquerda festiva e gastronômica que, a se acreditar no nome, deveriam estar de olho no futuro, querem nos impor medidas econômicas preconizadas pelo morador – desde 1883 – de uma tumba localizada no cemitério de Highgate, norte de Londres, local onde, ironia das ironias, é preciso pagar cerca de quatro libras para ver a lápide do defunto Karl Marx repousando ao lado de sua amante. A cada turista que chega o filósofo deve dar uma cambalhota em sua morada ao ver o ticket profano, logo ele, que ensejou uma Revolução contra o Capitalismo. Suas ideias também deveriam ter sido enterradas ali. Quem sabe no lugar da amante… Esse progressismo, vindo das catacumbas, só será alcançado se engatarmos a Ré do ônibus com destino ao futuro. Os seguidores das inventivas porém esdrúxulas teorias de Marx, entre um whisky e outro nos bares badalados das cidades, continuam a nos aporrinhar com a ideia de que nossa mãe não é nossa mãe. Nossa mãe de verdade é o Estado. Acho que essa turma já está bem crescidinha pra continuar agarrada às tetas maternas. Isso não é ser progressista, é ser incestuoso. Freud, que criticava o socialismo, explica…

Confissão

Confissão

 

Não sei vocês, mas eu ADORO o Facebook. Quando era criança alguém nos recriminava, não sei se minha mãe, avó, padre, vizinho ou tio, dizendo pra não utilizar o verbo adorar. Mas sempre usei. Adoro… Ops, estou saindo do assunto. Quero elogiar o Face. E vou dar alguns motivos pelos quais adoro esta Rede Social.

 

– Adoro porque muita gente jovem – que como se sabe não curte muito o Face –, que considero meus amigos apesar da diferença de idade, curte meus posts, que muitas vezes trazem textões, política ou piadas com situações ininteligíveis para os nascidos há pouco tempo. Isso é de uma gentileza sem tamanho.

 

– Adoro porque muitos amigos seguem lendo o que escrevo; e curtindo; e comentando; e dando sua opinião; e reclamando; e rindo; e sugerindo, como se estivéssemos eternamente numa happy hour a bebericar e jogar conversa fora.

 

– Adoro porque a grande, a imensa maioria dos que gentilmente me leem, entendem minhas ironias, nem sempre fáceis, pois não reviso nada, escrevo tudo na hora e mando bala. Logicamente pago alguns micos, mas o que seria deste mundo sem os perversos macaquinhos?

 

– Adoro porque a amizade e a solidariedade por aqui são tangíveis, palpáveis, sente-se no ar, apesar de não conhecer muitos pessoalmente. Não costumo pedir favores – e acho que não é por orgulho, é por costume mesmo -, preferindo fazê-los. Mas sinto que muitos amigos aqui estariam dispostos a fazer o possível para oferecê-los ao primeiro pedido.  Calma, não é o caso…

 

– Adoro porque o nível de entendimento, de absorção, de resposta a textos complexos é alto. Tenho mania de subestimar a inteligência de quem me honra com sua leitura e muitas vezes me torno por demais didático, sendo que aqui isso é supérfluo para muitos, que, mesmo assim, tem a generosidade e a paciência em aturá-los, sabedores de que outros poderiam necessitar de uma explicação mais detalhada sobre determinado assunto.

 

– Adoro porque posso extravasar, às vezes soltar um palavrão – coisa que jamais fiz quando jovem -, posso virar criança e gravar um vídeo de um dinossauro falando com minha mulher, que mesmo assim os amigos entendem a brincadeira e não me tomam por um débil mental, talvez um crianção, que reconheço por vezes ainda sou.

 

– E adoro por todo o resto, pela oportunidade de ler, ver e escutar tantas novidades, tantas ideias boas, tantas abobrinhas, tantas piadas, tantas criticas sérias postadas por vocês, meus amigos, que se dispõe a gastar parte de seu precioso e inexorável tempo – que se recusa a pausar – para me entreter, me ensinar, me questionar e, principalmente, para compartilhar de um de seus bens mais preciosos: a amizade.

 

Obrigado Mark. Obrigado Face. Obrigado, amigos.