ABPF

Aqueles que diariamente criticam e menosprezam Bolsonaro, achando-se intelectualmente superiores ao Presidente, esses sim, são os verdadeiros fomentadores de preconceitos, os que se pretendem pertencer a uma casta superior, ungidos pelos deuses às alturas do Everest intelectual em que se imaginam. Na verdade, são pobres de espírito, que se alimentam da ignorância da plebe para, iludindo-se a si próprios, vestirem o fardão da ABPF – Academia Brasileira dos Pavões Frustrados

Manifestar-me-ei e não calar-me-ei…

O problema das manifestações é que a gente não sabe o que fazer lá. Vestimos a camisa verde/amarela, pegamos nossa mulher, encontramos uns amigos e vamos. No meio da multidão, todos com muita coisa entalada na garganta e sem oportunidade de extravasar. No máximo algumas frases cheias de ódio ou esperança para nosso vizinho de calçada. Mas só quem fala é uma meia dúzia de gatos pingados que, não sei como, sempre estão em cima dos trios. Igualzinho ao carnaval. Eu daria tudo pra subir num trio elétrico (e descer imediatamente, claro), mas nunca subi. Para se ter acesso a essas áreas nobres é preciso pertencer à tchurma, sair badalando meio mundo, frequentar reuniões chatíssimas em diretórios, sacristias, escritórios políticos ou associações de bairro. E isso eu não aguento. Simplesmente porque a maioria que gosta desses regabofes políticos, mesmo que comunguem de meus princípios e ideologia, na verdade estão querendo um lugar ao sol, seja como candidato, como assessor ou como aspone. E, sinceramente, isso pra mim não dá. Então prefiro fazer meu trabalho nas redes, apontando erros, analisando comportamentos, criticando. E, quando vou nas manifestações, fico assim meio sem graça, cumprimentando os conhecidos ou quem me reconhece da Internet, mas louco pra ver tocar o Hino Nacional: hora de ir embora torcendo pra que as manifestações pelo Brasil tenham sido as maiores de todos os tempos e que os congressistas sintam medo da ira popular. Infelizmente, nem uma coisa nem outra. Aqueles vagabundos continuarão mandando no Brasil e ninguém pode fazer nada. Mas, tenho fé, um dia a coisa muda, por bem ou por mal. Pior é ver a versão do evento que a mídia nos oferecerá: se for do Bolsonaro eles mostrarão os piores ângulos, as cidades mais esvaziadas, e farão questão de mostrar os números da Polícia Militar, sempre menores que os dos promotores. Nos protestos de esquerda, não: é só o lado bom da coisa, só a versão mais favorável a eles mesmos. Haja saco! E simbora que lá vem o Hino!

Pra que três Poderes?

Pra que três Poderes? O Legislativo faz as Leis. O Executivo as executa. O Judiciário julga baseado nelas. Essa é a famosa Teoria da Separação dos Poderes, de autoria de Montesquieu. Mas parece que Rodrigo Maia, Davi Alcolumbre, o Centrão e o resto da quadrilha do congresso se “esqueceu” – se é que um dia souberam -, dessas regrinhas básicas de Democracia. O Executivo só está fazendo e mandando projetos de lei para o Congresso pra ajudar aqueles corruptos incompetentes, pois não tem essa obrigação. E também porque, se não o fizer, vocês já sabem o que acontece: NADA! E esses deputados e senadores achacadores ficam com essa conversa de que não há diálogo – leia-se propina. Vão trabalhar, vagabundos, e votem os excelentes projetos que estão recebendo de mão beijada da equipe Bolsonaro, pois o Brasil está esperando! A mamata acabou.

A triste realidade dos morros

A triste realidade dos morros . Dora, quando fazia Pós em Saúde da Família, escreveu um trabalho sobre gravidez na adolescência e, para isso, subia o morro semanalmente, para entrevistar mães de meninas na favela. Quando começou, esperava encontrar mães desesperadas, chorosas com o destino das filhas. Ledo engano. Encontrou, em sua imensa maioria, mães orgulhosas de suas filhas de doze anos prenhes de traficantes, pois teriam uma vida cheia de dinheiro e conforto. É óbvio que nas favelas tem muita gente de bem. Mas também tem muita gente desse tipo, que admira e protege os traficantes. São as que dão entrevista pra Globo acusando policiais de subir o morro pra matar “inocentes”. Infelizmente, devido à leniência e à safadeza da esquerda, “tá tudo dominado” e vai ser muito difícil reverter essa situação sem uma guerra de verdade contra a bandidagem. E em guerra, como sabemos, morre gente. É preciso ter coragem para enfrentar o inimigo.

Quando o macho é mais macho!

Quem manda no Brasil hoje? Acredite se quiser: quem manda nesta bagaça é o ex-deputado e gangster Waldemar da Costa Neto, mais conhecido lá pras bandas de Mogi das Cruzes como “Playboy”, condenado por enquanto a sete anos de prisão por um monte de crimes. Ele é quem dá as cartas no “Centrão”, uma quadrilha de mais de duzentos deputados de diversos partidos, inclusive do DEM, que tomou de assalto o poder e faz o que bem entende no Congresso. Estão chantageando Bolsonaro e seu governo em busca de dinheiro e cargos, como ocorria no passado. E os presidentes da Câmara e do Senado, Bolo Fofo e Verruga, dando a maior força e fazendo cara de paisagem enquanto fomentam a balbúrdia nos corredores sombrios de Brasília… Esse tal “Centrão”, que congrega deputados de todos os partidos que teoricamente deveriam apoiar o governo, está ameaçando não votar uma dúzia de Medidas Provisórias enviadas por Bolsonaro ao Congresso e que, dessa forma, deixarão de existir e transformarão o Brasil num caos total, inclusive a redução dos Ministérios, que voltaria para 39 ou mais, o pagamento obrigatório de um dia de serviço aos sindicatos e muito mais. Bolsonaro, em quem votei e ainda acredito, me parece meio perdido em meio ao tiroteio generalizado. Ele foi eleito pra jogar duro, não pra arregar. Devia fazer coisas do tipo: “Ah, querem voltar pra 39 ministérios? Então vou alugar uma quitinete, botar uma plaquinha com o nome dos 10 ministérios, colocar um caboclo qualquer lá, talvez um sargento, e deixá-lo encarregado das bagaças, que não farão porra nenhuma, assim como não fazem muitas estatais. E toque-se o governo conforme foi estabelecido por mim, pois o Congresso, assim como não quer que se intrometam em seus afazeres, não tem o mínimo direito de se intrometer em decisões administrativas do Executivo. Talquei, porra!” Bolsonaro, meu rei, é preciso continuar a ser macho se o buraco é mais “embacho”, cacete!!!!!!

Quer democracia? Então toma!

Quer democracia? Então toma! Vamos ser justos: o poder da esquerda em disseminar mentiras e destruir reputações é inigualável. Seu poder destruidor feito à base de mentiras, manipulações e distorções da realidade só perde mesmo para seu incrível senso de oportunidade: onde houver um cofre público disponível, dele os calhordas tomarão posse, o arrombarão e levarão até o último centavo. Ai entregam o poder de volta para que nós, os trouxas, enchamos as burras novamente. Sobre manchar reputações, vejam o coitado do Bolsonaro. Sua “fama” atingiu boa parte do mundo, principalmente o “artístico”. Agora foi a vez da nariguda e cafonérrima Cher chamá-lo pelos piores nomes: homofóbico, assassino estuprador e comedor de mulheres e criancinhas, e por ai vai. Por isso o diálogo com a esquerda é impossível. Depois de tomarem de assalto nossas escolas e passarem anos ideologizando nossas crianças, agora, após uma débil reação liberal que ameaça não dar em nada, esses caras de pau trocam os sinais e vem dizendo que a direita é que quer ideologizar as escolas e por a perder tudo que foi feito de bom até hoje. Ouvi isso há pouco da boca torta da Vera Magalhães na Jovem Pan. Esse cruzamento de gralha com araponga, mais um tal de Andreazza, abraçados a uma bichinha progressista no último, esganiçam minha mente com suas posições ultra, mas coloca ultra nisso, ultrapassadas. A esquerda não pode conviver num regime democrático. Tem de ser extirpada, desaparecer do mapa, sumir como ajudante de mágico ou garçom em boca livre, simplesmente isso.

Análise – o enigma de Brasília

Análise – o enigma de Brasília O Presidente Jair Bolsonaro tem três inimigos. São víboras e estão mancomunados por um objetivo comum. O pior tipo de inimigo não é o que fica de longe te ameaçando. Esse tipo é previsível e fácil de se defender. O perigo é o inimigo que convive contigo e se diz teu amigo. Mesmo que você saiba ou desconfie, é difícil de se desvencilhar. E Bolsonaro tem três desses pela frente. Eles fizeram um pacto e farão de tudo – se é que vocês me entendem – para deixar Bolsonaro mal na fita e sem condições de se reeleger em 2022. Só não boicotarão a Reforma da Previdência porque não são bobos e sabem que, sem ela, o Brasil afundará. E a tríade maligna quer pegar o País limpinho, apenas para desfrutar do Poder. E quem são esses inimigos? São, respectivamente, o Presidente da Câmara, Rodrigo Maia, o Presidente do Senado, David Alcolumbre e o governador de São Paulo, João Doria. E o objetivo do trio é claro: enfraquecer Bolsonaro até conquistar a Presidência em 2022. Se não puder ser antes… Maia e Alcolumbre, pelos lados de Brasília, boicotarão todos os projetos de Bolsonaro que não sejam de seu interesse, bem como todos os ministros que possam brilhar mais do que eles e representem algum perigo ao seu projeto de poder. A covarde retirada do COAF das mãos de Moro – ainda não é oficial, foi apenas na comissão – foi patrocinada pelo trio. Dois políticos do DEM, um senador e um deputado, mais dois do PSDB, atuaram à sorrelfa na comissão para jogar a pá de cal nos planos de Bolsonaro e Moro de acabar com a corrupção e a lavagem de dinheiro dos próprios políticos. Alguém acredita que esses deputados e senadores traíras votaram assim sem o conhecimento do trio? Na verdade, apenas obedeceram às ordens dos “chefes”. Por seu turno, em São Paulo, Doria trata de implodir o PSDB, onde defenestrará os velhos cabeças brancas FHC, Alckmin, Serra, Aluísio Nunes e Aécio Neves. Pintará o PSDB com estranhas cores liberais, mudará o partido de nome para tirar o “social” e assim, novinho em folha como um Rolex chinês, se juntará ao DEM e seus répteis para tentar tomar a Presidência de Bolsonaro sob uma bandeira pretensamente liberal e de direita. Políticos são humoristas fracassados. Tentam nos fazer rir com suas palhaçadas, mas só nos fazem passar raiva. O enigma só não será totalmente desvendado neste post porque fica o mistério de qual das três raivosas serpentes sairá vencedora na guerra que se dará entre eles para ver quem é mais “liberal e presidenciável”: o bolo fofo, o engomadinho ou o verruga.

O gênio!

Conheci um mendigo – acho que muitos em Sampa o conheceram – que era um gênio. Morava debaixo do Minhocão, entre a Angélica e Av. Pacaembú. Tinha um carrinho cheio de bandeirinhas. Era um filósofo. Bastante articulado, expunha suas ideias com clareza, de maneira consistente. Apareceu em muitas reportagens de revistas e jornais. Eu às vezes parava para levar um papo e concordava com muitas de suas ideias e pensamentos. Só que, certo dia, ao sair dali, pensei: se esse cara é um gênio, porque mora ali e está entregue às bebidas e às drogas? Por que não se integra à sociedade e tenta ser um influenciador (ainda não existia o influenciador digital…)? Então analisei melhor o sujeito e vi que ele não podia ser levado à sério: ele não passava de um doente mental com ideias na cabeça – algumas boas, outras nem tanto –, como todos os loucos. Olavo de Carvalho é exatamente assim. Só falta a carroça com as bandeirinhas…