Polícia espanhola desmascara a fraude da cocaína no avião!

Ao examinar mais atentamente os 39 pacotes de cocaína escondidos na maleta de mão do sargento da Aeronáutica a policia de Sevilha descobriu que apenas os quatro pacotes de cima da pilha continham cocaína. A droga era apenas para despistar os cachorros. Os demais pacotes continham polvilho azedo. Após intenso interrogatório o sargento – que é mineiro de Uberaba –  confessou que estava contrabandeando pão de queijo desmontado…

A hora do porém…

“Analisando-se as provas contidas nos autos, destacando-se entre elas os vídeos, o depoimento de quatro testemunhas, o álibi apresentado – que coloca o Réu a quilômetros de distância no momento do crime – e as demais evidências apresentadas, não se pode vislumbrar o Réu – marido da vítima – a desferir-lhe as oitenta facadas que lhe causaram a morte… “

No banco dos réus um pequeno sorriso aparece nos lábios do principal suspeito, um médico de renome acusado de assassinar friamente sua mulher por motivo de ciúme. O olhar confiante lançado ao advogado não deixava dúvidas sobre o veredicto final a ser pronunciado em instantes: “Not Guilty, ou Inocente, para os pobres que não pensam em dólar”. Normalmente um homicídio, como é o caso, deveria ser julgado por um júri popular, mas como a história é minha, optei por um Juiz simples. Algum problema? Bom, voltando à vaca fria, digo, ao cadáver gelado, estávamos em um momento de êxtase para o Réu, antevéspera de sua tão sonhada liberdade, uma vez que estava preso há quase um ano esperando o julgamento. Logo ele, um cirurgião de renome, humilhado em praça pública, primeiro pela traição da desgraçada da mulher com o próprio motorista, com o padeiro, com o tintureiro, com um entregador de pizza do Ifood – cuidado com eles – e depois pelas manchetes de jornal. Mas, pelo andar da carruagem, aquelas palavras reconfortantes do Juiz – esse sim, um homem de verdade, corajoso, que não teria medo de ir contra a fúria popular – ele logo estaria em casa e no consultório, onde fez seu nome e seu dinheiro.

“No entretanto… “, continuou o Juiz.

“Não!!! No entretanto, não.”, ruminou o advogado num esgar. “ Essa maldita conjunção adversativa vai colocar tudo a perder…” O Doutor Inácio logicamente não estava pensando na liberdade de seu cliente, mas em seus honorários, que só receberia em caso de vitória. O doutor Manfredo, o cirurgião réu, viu, de seu banco – assento preferencial dos inocentes, lugar jamais ocupado por um culpado -, a preocupação estampada na cara de seu causídico. E não gostou nada disso.

“No entretanto…”, continuou o Juiz, “ a ausência do Réu no lugar do crime não o livra automaticamente de culpa. Sabido é que muitos assassinos não protagonizam o evento, pois, covardes que são, apenas mandam terceiros fazer o serviço sujo.”

Doutor Manfredo, que quase desmaiou ao som nefasto do “no entretanto”, já se sentindo mais enjaulado que leão de zoológico, recuperou a esperança quando ouviu da boca do magistrado um promissor advérbio de modo chamado ‘outrossim”.

“Outrossim”, continuou sua Excelência com um sorriso zombeteiro, “nem todas as traíções ensejam a morte da mulher, caso contrário a minha já teria passado desta para a melhor umas dezoito vezes, se é que meu detetive é tão bom de matemática quanto aquela sirigaita é de cama. Desculpando o desabafo, digo que não se pode acusar todos os maridos de mandantes, mesmo que motivos haja à sobeja”, disse o Juiz que gostava de uns termos estranhos, para gáudio – eu também gosto – do Réu, de cujos lábios mais uma vez assomou um sorriso, ainda que débil.

“Estou salvo”, gritou a plenos pulmões Doutor Manfredo, muito embora ninguém tivesse ouvido, pois era um grito subliminar, se é que me entende o prezado leitor. “Esse outrossim salvou minha vida. O desgraçado desse Juiz não vai mudar o rumo da conversa outra vez. Assim não há tatu que aguente. Graças a Deus posso voltar para minhas bandalheiras…” “PORÉM…”

“Não!!! Deus, dai-me forças para aguentar outra conjunção adversativa”, urrou o cornudo, digo, o médico, digo, o Réu.

“Porém, e sempre há um porém, novas provas carreadas aos autos nos dão segurança em afirmar que o Réu, na tenebrosa noite de vinte e dois de fevereiro do ano findo reuniu-se à sorrelfa com Dom Diego Tesoura, ex-toureiro espanhol conhecido por suas habilidades com uma espada. Nesse hediondo encontro firmaram um pacto, onde Dom Diego mataria a esposa traidora do contratante com, no mínimo, trinta facadas, que era pra ela deixar de ser besta e, em contrapartida o chifrudo lhe pagaria a importância de 50 mil pesetas, das quais dou ampla e geral quitação.” (Advogado, mesmo falando em nome do personagem, não perde o costume de passar recibo de honorários). Em vista do exposto, considero o Réu culpadode homicídio em primeiro grau por motivo torpe, condenando-o a vinte anos de prisão em regime de baixa caloria sem glúten e, desculpem, é a mania de minha mulher, digo, condenando-o a vinte anos de prisão mais dois meses e três dias em regime fechado. É o que decido. Evacuem o recinto com cuidado para não cheirar mal.”

E assim é que Doutor Manfredo, embora vingado, o que por si só não diminuiu um milímetro de sua galhada, foi condenado a vinte anos dois meses e três dias (até hoje não sei o porquê desses quebrados na dosimetria da pena), os quais cumpre galhardamente em um presídio federal onde se amigou com Manecão, um mulato de um metro e noventa conhecido por suas avantajadas competências, onde vive muito feliz, só não sabendo porque perdeu tanto tempo na vida com mulher, o que não é necessariamente a opinião do autor, que acha extremamente dura a vida da ficção, excetuando-se a realidade, que é bem pior…

Sergio Moro no Senado

Verdadeiramente vergonhosa, desrespeitosa e ofensiva a atuação de alguns senadores da oposição inquirindo o Ministro da Justiça Sergio Moro, que ali foi espontaneamente para prestar esclarecimentos, e não para ser ofendido . Essas figuras, que enxovalham o Congresso do Brasil – em sua maioria com um currículo apto a lhes garantir lugar de destaque em qualquer presídio federal -, sabendo-se sem condições de defender sua inexistente honra, procuram desmerecer a ilibada pessoa de um cidadão que está servindo ao Brasil em detrimento de sua própria vida pessoal. Sergio Moro, com paciência de Jó, vai repetindo o óbvio, a verdade que não interessa a ouvidos moucos e honestidade pouca: o vazamento é produto de crime e as conversas não podem ser confirmadas, nem por ele nem por ninguém. E, mesmo se fossem, não teriam nada demais. Todos sabem – hipocrisia à parte – que ao Juiz é dado constitucionalmente o direito de pedir provas ao MP e à Polícia, pois a finalidade maior é julgar baseado na maior quantidade de provas possível. E também que juízes conversam com advogados e procuradores o tempo todo. Aliás, políticos são os que mais procuram ministros de tribunais superiores na esperança de ver seus desmandos engavetados. Assim, nessa triste audiência pública, vemos “políticos” corruptos interessados em defender as próprias calças se esquecerem do principal e se agarrarem à brocha que pinta quadros falsos em fachadas inexistentes, sem perceber que a escada da impunidade não mais está sob seus pés. Só nos resta – e ao nosso herói – esperar aquele desfecho sensacional – como nos desenhos infantis de antigamente -, quando o vilão paira milagrosamente no ar antes de perceber que a casa caiu, e despencar com ela diretamente para uma cela no chão frio da realidade. Vida longa a Sergio Moro. Prisão longa a quem o destrata.

Bolsonaro e a ideologia

O que os mais céticos, alguns intelectuais e muitos pseudo intelectuais de esquerda, ou mesmo gente bem (mal) informada, que continua acreditando nos duendes e nos Alckmins da vida não entendem mesmo, ou fingem não entender é que: Nós, o povo, a classe média que sempre pagou as contas, que não é burra e é tão bem informada quanto eles, elegemos Bolsonaro por dois motivos: Ideologia e combate à corrupção, um, aliás, intrinsecamente ligado a outro, uma vez que para a esquerda os fins sempre justificaram os meios, ainda que os fins sejam os bolsos de seus dirigentes. Sim, detratores de Bolsonaro, estávamos cansados de ser reféns da esquerda desde os bancos escolares, sendo hostilizados por pseudo progressistas que espertamente se auto intitularam santos, garantindo o monopólio da defensoria dos pobres e oprimidos, das causas sociais, da luta contra os poderosos e a elite. Estávamos cansados do politicamente correto, dos ativismos das minorias, transformando todos os que não concordam com suas ideias em homofobicos, fascistas e até racistas ou nazistas. Estávamos cansados dessa massificação do sexo “diferente” que infesta as redes de televisão, tentando nos fazer crer que tudo é natural. Estávamos cansados de ver sociólogos de meia tigela defendendo bandido e execrando a polícia a cada telejornal ou programa de entrevistas. Estávamos cansados do toma lá, dá cá dos políticos, sua roubalheira desenfreada e suas leis em causa própria. E estávamos cansados do STF soltando seus cupinchas poderosos, engavetando processos importantes e se intrometendo na vida de todo cidadão, assim como o Estado vinha fazendo. E estávamos cansados da doutrinação feita nas escolas por professores sindicalizados que não tem o mínimo interesse em formar cidadãos de bem, mas sim em formar militantes do mal, jogando adolescentes contra a própria família. Estávamos cansados das invasões e ataques à propriedade privada e ao patrimônio público promovidos por vagabundos, à frente os MSTs, MTSTs, ONGs e outros “movimentos sociais” acéfalos. Estávamos cansados dos sindicatos que mandam no País através do medo e da chantagem que impõe aos congressistas. Esse nosso cansaço de décadas de silêncio resultou em revolta, no povo nas ruas de forma espontânea com camisas verde-amarelas e não vermelhas sob pagamento, e resultou, por fim, na eleição de um homem comprovadamente honesto e corajoso, que conseguiu conviver por vinte e oito anos ao lado de hienas sem adquirir seus maus hábitos. Então, quando vocês disserem que qualquer ato, demissão, arroubo, decisão ou piada do Presidente tem cunho ideológico, vocês estão cobertos de razão. Bolsonaro, Moro, Paulo Guedes e cia. estão lá para varrer do poder todo e qualquer resquício dessa peste, desse vírus, desse cancro que tenta minar a família chamado socialismo, comunismo ou qualquer outro nome que queira dar para esse regime criminoso e autoritário que jamais deu certo por onde passou. E, apesar de seus gritinhos histéricos, do mimimi constante, do domínio da mídia, dos Lulas presos e das Marias do Rosário soltas, o nosso apoio a Bolsonaro, a Sergio Moro, a Paulo Guedes e à toda a equipe de governo não será minado. Será, sim, fortalecido a cada cacarejo de vocês! Estamos entendidos?

Dia dos Namorados

Dia dos Namorados Para Dora. E para vocês. . Não faço o tipo romântico. Nunca fiz. Talvez por ser tímido, sei lá. Faço o tipo desligado e desastrado. Mas, na qualidade de eterno sonhador, sou, sim, um irrecuperável romântico. E Dora, minha inseparável companheira e namorada, é romântica por nós dois. Me traz flores TODOS OS DIAS até hoje. São pequenas florezinhas apanhadas na rua, em qualquer jardim, até aquelas pequeninas, amarelas, que nascem em meio à grama. E, cada vez que as recebo, dia após dia ao longo destes anos todos, que nem direi quantos para não assustá-los, percebo como sou um homem feliz em ter encontrado alguém que me ama de verdade, que se preocupa, que é companheira de todas as horas (e cada uma braba que vivemos, ela absorvendo minhas loucuras…). Só posso dizer que convivo com Dora vinte e quatro horas por dia, trabalhamos juntos em casa, caminhados oito quilômetros diariamente, viajamos constantemente, e o que não nos falta é assunto. Por isso, para mim todos os dias são dia dos namorados. Um beijo para você, meu bem! E, por falar em romantismo… A única vez em que tentei demonstrar ser um galã romântico foi quando, em Curitiba, onde moramos e nasceu nosso filho, eu ia para casa e percebi muitos vendedores de flores nos semáforos. Pensando em lhe fazer uma inusitada e inédita surpresa, comprei um buquê. Dos grandes! Todo garboso, entreguei as flores para Dora que aceitou sorrindo e disse: belo presente, aliás, o mais indicado para este Dia de Finados… Feliz Dia dos Namorados a todos os felizardos que conseguiram capturar um. E fé em Santo Antônio para os demais. Bjos.

O nó da gravata

Já comentei isso aqui. Mas precisamos voltar de vez em quando ao mesmo assunto porque, mesmo sendo uma fonte inesgotável de besteira, minha cabeça não é um computador de última geração, é no máximo um robocop gay, só que não, como se dizia nos primórdios destas redes. E é assim que, quando era jovem, comprava religiosamente nas bancas, me parece que a cada duas semanas, uma revista, a belíssima coletânea de histórias detetivescas chamada Mistério Magazine de Ellery Queen (EQMM). Era um espetáculo. Cada revista vinha, salvo engano, com cinco ou seis contos, de altíssima qualidade. Minha memória para enredos, filmes, livros, músicas, é péssima, graças a Deus, pois isso me permite jamais plagiar alguém. Não lembro nem de minhas próprias músicas. Sempre foi assim. But, uma das histórias que li em Ellery Queen ficou marcada em minha memória por um detalhe: havia um criminoso, que praticava seus ilícitos diariamente, e o qual ninguém conseguia descrever. Não conseguiam dizer se era alto ou baixo, gordo ou magro, branco ou negro. Após muitas elucubrações, o herói desse conto, um detetive famoso de quem me escapa – e escapa bem pra longe, talvez pra Tailândia – o nome, descobriu uma coisa em comum: todas as vítimas só se referiam à gravata do indigitado. Um dizia: “só lembro que usava uma gravata berrante, cor de abóbora” E outro: “não me lembro de nada a não ser da gravata, vermelha com enormes bolas azuis”. E nosso herói, a partir dai, descobriu a estratégia do bandido: usar roupas discretas e cara de paisagem associadas a uma gravata super berrante, daquelas de para trânsito em Manhattan. Assim, todas as atenções iam para o penduricalho pescocífero e as vítimas esqueciam do principal. Legal, né? Bons tempos em que ainda não haviam câmeras chinesas de reconhecimento facial, podíamos entrar nos motéis cumprimentando todo mundo… Saudades de Ellery Queen. E por que esse longo introito (palavra em desuso)? É por causa dos delinquentes do Centrão (leia-se PP) que foram tornados Réus ontem. Eles não tem cara, não tem rosto, não tem fisionomia, não tem personalidade. Posso olhar duzentas vezes para suas fotos que não os identifico em meio à massa amorfa do Congresso. Usam a mesma estratégia do criminoso da história. São invisíveis, individualmente, para não chamar a atenção. Mas, espertamente, apesar de que aposto essas toupeiras jamais leram Ellery Queen, praticam seus desmandos usando uma gravata berrante, um acessório pra desviar nossa atenção chamado Centrão. Ainda bem que por aqui podemos contar com nossos brilhantes detetives, heróis de carne e osso – como Sergio Moro e Daltan Dalagnol –, que parecem saídos das páginas de Ellery, para dar um fim a esse bandidos e ao crime, organizado ou não. Olho no Coringa, gente, que Batman sozinho não dá conta!

Lei da Toga – Lei 2424, de 11/06/2019

A OAB, o Congresso Nacional e o STF, tendo em vista suas atribuições e seu elevado espírito público, decidem:

Artigo primeiro. Visando manter o respeito e não ficar de futrica com seus colegas e membros do ministério público, tampouco advogados, todos os juizes de direito. desembargadores e ministros devem usar, a partir da publicação da presente, a roupa exposta na foto.

Artigo segundo. A peça deverá ser feita em aço inoxidável e à prova de som.

Artigo terceiro. A peça conterá duas portinholas, à frente e na traseira, para disponibilizar necessidades prementes.

Artigo quarto. Fica vedado o uso de abridor de latas e materiais afins no interior dos foruns.

Artigo quinto. Cada magistrado terá direito a dois funcionários para o carregarem do carro para sua sala. Artigo sexto. Anulem-se todos os atos da Lava Jato até a presente data. Expeça-se alvará de soltura para Lula e todos os cumpanheiros. E viva la vaca loka.

Esta Lei entra em vigor a partir da data de sua publicação.

Brasília, em 11/06/2019

Assinado: nós, os honestos!

Sergio Moro, Herói Nacional!

Sergio Moro, Herói Nacional! O Excelentíssimo Ministro da Justiça, Juiz Sergio Moro, é Herói Nacional, é o nosso Herói! Ele, comandando uma equipe de bravos guerreiros na Operação Lava Jato, resgatou nossa dignidade e nos trouxe de volta o patriotismo e a crença de que a corrupção poderia e pode ser extirpada. Sergio Moro é mundialmente reconhecido como a pessoa que conseguiu enquadrar uma das maiores quadrilhas da história da humanidade, colocando na cadeia empresários e políticos tão poderosos quanto corruptos até chegar ao capo di tutti capi, ao chefão da Máfia tropical, ao outrora inexpugnável Luiz Inácio Lula da Silva que, covardemente, tentou se esconder atrás da falecida mulher, mas sucumbiu perante o bravo guerreiro e sua tropa. Assim, não será meia dúzia de hienas famintas remanescentes da quadrilha, amedrontadas à espera de uma condenação que o STF apenas por interesses espúrios insiste em não determinar, não serão essas raposas velhas que irão mudar, através de recursos tão baixos como sua estatura moral, junto a nós, povo brasileiro, a imagem de nosso herói. Sergio Moro segue, como massa de pão, crescendo quanto mais se bate, mostrando sua dignidade, firmeza de caráter e honradez a cada palavra, a cada gesto, a cada aparição. Fique tranquilo, Senhor Juiz. Nós, o povo brasileiro, nem por um segundo deixamos de acreditar, e não o abandonaremos. Pelo contrário, tais baixarias nos deixam a cada dia mais fortes e confiantes de que tudo terá valido a pena. E seguiremos lutando. Esse caminho não tem volta. Os crápulas, ainda que não acreditem, terão o destino que merecem: o chão frio de uma cela, onde esperarão pelo ostracismo, e onde já queda meio que moribundo seu chefe, Lula da Silva, figura patética, que nem os gritos de bom dia de seus acéfalos seguidores recebe mais.