“Pessoas em situação de rua”

Esse é mais um eufemismo da esquerda pra justificar vagabundos, cachaceiros, drogados, pessoas que desistiram de viver em sociedade e trabalhar, para simplesmente ocupar o espaço público e promover baderna. E que são caso de saúde pública, pois transmitem doenças (tuberculose, sarna, piolho, hiv). E que matam de quando em vez, haja vista a tragédia de ontem no Rio de Janeiro onde duas pessoas de bem perderam a vida. O vagabundo sobreviveu… Essa tal de “Constituição Cidadã”, a que só confere direitos e dá regalias, protege bandidos e esquece dos deveres, imposta pela esquerda e aceita passivamente pela população deslumbrada com tantos “benefícios sociais”, é a maior praga reinante no País e deve ser extirpada. Bom era o tempo em que vagabundo sem carteira de trabalho era preso por vadiagem. Já que colocaram na Constituição que a propriedade deve ter uma “finalidade social”, que tal colocarem no “livrinho” que o cidadão também tem o dever, se não de contribuir, mas ao menos de não atrapalhar o bem estar da população. Por falar nisso, Santos foi eleita a melhor cidade do País para se viver. Sabem por quem? Pelos moradores de rua… Tem praia, tem chuveiro, sanitários à vontade, jardins extensos, uma prefeitura boazinha, bancos para se estirarem ao sabor do sol… Pelo amor de Deus, tirem esses vagabundos das ruas.

ps: sei que tem gente de bem – famílias – que está nas ruas por absoluta falta de condição e de emprego; a esses o Estado deve dar a devida atenção, moradia e emprego. Aos demais, vagabundos cachaceiros que não querem ser ajudados, não querem tomar banho nem trocar de roupa, cana! Ou mandem pra casa do pessoal “bonzinho” do PT, do PSOL, etc. Afinal, na visão deles a propriedade não deve ter “finalidade social”?

Cachorro abandonado tem dono?

Começar uma coisa é fácil. Seja um projeto, uma faxina, um negócio, uma faculdade, desmontar uma bicicleta, um curso de inglês, uma dieta. Difícil é acabar, terminar, deixar pronto, remontar, atingir o objetivo. De cada dez projetos nove são abandonados, esquecidos, desprezados. Governantes são especialistas em “esquecer” obras inacabadas de governos anteriores e inaugurarem novos e retumbantes projetos, que certamente também ficarão inacabados e largados pelo próximo eleito. Bolsonaro, como sempre, fez diferente: pegou o acordo Mercosul/União Européia que se arrastava há anos e assinou. Pegou a BR 163, que atola carros há décadas, e está terminando. Pegou privatizações encalacradas e rapidamente liquidou-as. Pegou a Reforma da Previdência, que já teve duzentos pais e vai aprová-la. E o que faz a oposição incompetente e de má-fé? Diz que é tudo projeto de governos anteriores. Não, meus amigos. Não é. Um projeto, quando é esquecido, desprezado pelo seu criador, é como um filho abandonado pelos pais: fica órfão. Se não de direito, de fato, que é o que importa. Que esses canalhas que afundaram e roubaram o Brasil por décadas não venham agora menosprezar os feitos do Capitão e reivindicar louros sobre “filhos” que não souberam tratar, que foram abandonados pelo caminho como cachorro sem dono e que, por isso, não mais lhes pertencem. O mérito por tudo de bom que está acontecendo e vai acontecer ao Brasil é todo de Bolsonaro e sua equipe. E nosso, que humildemente acreditamos nele e o elegemos para levar a cabo as mudanças que já começaram – e certamente vão terminar -, a faxina para erradicar a esquerda, sua corrupção, suas mentiras e sua incompetência. Os pobres pets, abandonados nas ruas da inépcia petista foram, enfim, resgatados e encontraram, finalmente, um amigo de verdade em que possam confiar.

Você prefere ser rico, bonito ou inteligente?

Você prefere ser rico, bonito ou inteligente? Ao escolher uma opção as outras duas serão opostas. Se escolhestes a riqueza, serás rico, porém feio e burro. Não vejo muito futuro pra ti. Feio como um prato de buchada de bode em noite de tempestade, e ainda por cima burro como uma anta – ou vice versa -, serás chifrado pela gatinha piriguete filha do teu vizinho – que tu fica espiando de rabo de olho -, que lhe tomará toda a grana mais rápido do que demoro pra te chamar de trouxa. E, assim, brevemente ficarás feio, burro e pobre. Se escolhestes a beleza, também não vejo grande futuro para tua venerável pessoa. Serás belo, pobre e burro. Se, com essa tua belezura principesca toda, conseguires ficar do lado de cá – o lado hétero, meu – , pegarás um coroa abonado ou uma balzaquiana gostosona e abonada, que te usará enquanto fores filé mignon e te largará assim que entrares no osso, momento em que serás largado às traças, já carcomido, feio, pobre e burro. Certamente a melhor opção é a inteligência, pois com ela tu conquistarás a riqueza de espírito e a beleza da cultura, que te farão cada vez mais inteligente, rico, belo e desejado pelas mulheres e pelos homens. Bom, se não estou lá muito certa disso, ao menos esse pensamento é que serve de consolo às pobretonas feiosas que nem eu… Nossa sorte é que no meio da salada geral sempre sobra algum rabanete ou couve-flor…

Criança pode trabalhar?

Comecei a trabalhar aos 13 anos. No escritório de engenharia do Dr. Gallelo, um conceituado professor da Politécnica/USP, cuja filha Maria Beatriz Gallelo é minha amiga no Face. Era na Barão de Itapetininga, quando o centro de São Paulo ainda era charmoso, e as mulheres elegantemente vestidas iam ao Mappin fazer compras terminando com um chá na Xavier de Toledo. Lá aprendi muito. Eu terminava o ginasial pela manhã no Fernão Dias, em Pinheiros, e trabalhava à tarde. O escritório era especializado em serviços de saneamento e obras para prefeituras e ali conheci inúmeros prefeitos, a quem recebia muitas vezes sozinho e ficava ali, conversando e assimilando coisas novas. Aprendi também como montar processos para concorrências públicas. Como ver plantas de engenharia e seus diversos cortes. E muito me orgulho disso. Enquanto isso, muitos “amigos”, garotos de minha idade, se perdiam nas ruas do Alto de Pinheiros, iam usar drogas no Largo do Joquei Clube, aprender a roubar e traficar. Mas, como eu, inúmeros garotos e garotas hoje bem sucedidos, começaram a trabalhar ainda criança. Obviamente não era um trabalho forçado, em minas de carvão ou coisa assim, o que não recomendo. Tínhamos uma visão de mundo e dos negócios que quem não trabalha cedo não tem. Vi muita gente se formando em Direito e sem a menor noção do que era protocolar alguma coisa em uma repartição pública. Pode? Mas então chegou a tal da esquerda com suas ideias absurdas sobre educação infantil, sobre passar a mão na cabeça dos adolescentes, deixar fazer o que quiserem, proibir de trabalhar, dar liberdade total, a psicologia da permissividade. Inventaram o ECA – Estatuto da Criança e do Adolescente, que só tem direitos e nenhum dever, etc. Deu no que deu. Hoje em dia, enquanto adolescentes drogados batem ou matam pais e professores, um Presidente bem intencionado não pode sequer falar o que estou falando aqui, que começou a trabalhar cedo, pois a mídia e os fanáticos esquerdistas caem de pau nele. É preciso ter coragem e enfrentar essa corja. Colocar a polícia dentro das escolas e prender adolescente vagabundo. Não é apreender, não. É prender mesmo, enjaular, engaiolar quem não andar nos eixos e não respeitar mais velhos. E processar pais irresponsáveis e covardes que tudo permitem e ainda reclamam se alguém der uma dura nos seus rebentos. Será que é tão difícil ser macho (no sentido de coragem, que algumas mulheres também tem de sobra) neste País? Já dei a ideia: Todas – eu disse TODAS – as escolas do País deveriam ter uma salinha com dois PMs, pagos pela Secretaria da Educação. Qualquer bagunça eles prenderiam os responsáveis, chamariam uma viatura e abririam um inquérito contra os menores e seus pais. Queria só ver quanto tempo demoraria pra essa bagaça entrar nos eixos!

A magnitude do nada

Devia ser perto do meio dia. O sol batia no para-brisa do carro com tal violência que mesmo o possante ar condicionado mal dava conta de refrescá-lo. Estávamos em meio a uma de nossas loucas viagens, em pleno deserto de Death Valley – o temído e perigoso Vale da Morte -, em Nevada, indo para a Califórnia. De repente me deu vontade de ver e fotografar alguma tropa de cavalos selvagens, daqueles que os índios domavam e montavam com tanta habilidade. Esse repentino desejo era certamente a vontade de voltar ao passado, me ver sentado numa poltrona do Cine Jardim, na Fradique Coutinho, assistindo a um Faroeste de primeira. Como Dora também é cabeça de vento e topa tudo, bastou sinalizar para ela concordar e eu tirar o carro da estrada e virar o nariz da pobre SUV para as areias tórridas e sem destino do instigante deserto. Lá não pega celular e não tem uma viva alma nem na estrada, imagine no meio daquele mar de areia e pedra. E se o carro quebrar? Bom, Graças a Deus não quebrou e estamos vivos. E lá fomos nós, literalmente aos trancos e barrancos. Uns quarenta minutos deserto adentro, paramos para tomar um lanche num Saloom, que mocinhos e bandidos também fazem isso. É claro que o saloom foi obra de minha imaginação. A mesa era o capô fervendo do carro. E saimos a pé para sentir melhor a temperatura… Então, em dado momento, quando Dora sumiu atrás de umas formações rochosas procurando uma caverna, olhei para aquele horizonte sem fim e comecei a pensar sobre a magnitude do nada. Geralmente não damos atenção ao vazio, ao silêncio, ao nada. Sempre queremos tudo. Não por ganância ou egoísmo, a não ser em casos específicos. Mas é que nos acostumamos ao movimento, à busca desenfreada pelas coisas, sem nem mesmo saber porque o fazemos. E, muitas vezes, o nada é mais significante do que o tudo. Veja na música, por exemplo, como as pausas, o silêncio repentino, o nada, valorizam a harmonia e a melodia. E quando você quer dormir e algum carro dispara o alarme? Um, dois minutos e sua cabeça parece querer estourar. De repente, o silêncio. Você não escuta mais nada. Seus instintos, que estavam concentrados naquele turbilhão invadindo seus tímpanos parecem ronronar de felicidade pela paz que te invade a alma. E o que é isso senão o nada? Aquele momento em que você não pensa, não se preocupa, ninguém te interrompe. A sensação do nada. Essa é a magnitude a que me refiro. Nosso corpo e nossa mente, principalmente nos dias atuais, estão em constante ebulição, com informações sobre tudo e sobre todos chegando a todo instante. Não fomos concebidos para viver esse pandemônio. Mas quem quer ser um alienado? O que dirão nossos amigos da Rede? É preciso estar atento e forte, como já dizia o poeta. Mas a verdade é que um pouco de quietude e paz faz muito bem à nossa mente, ao nosso corpo e à nossa alma. E, de repente, lá de cima de uma rocha, Dora grita, toda feliz: Avistou, no meio do nada, a uns dois ou três quilômetros de distância, uma tropa de cavalos selvagens digna de um filme de John Wayne. Guardamos as sobras do lanche, embarcamos no fiel bólido e pisamos fundo no acelerador dos sonhos, cavalgando um corcel pampa rumo ao passado, tão próximo e tão distante. Aiou, Silver!

Lula e a lâmpada de Aladim

Lula e a lâmpada de Aladim . Gleisi Hoffmann levou pro Lula, em sua confortável cela na prisão, uma lâmpada de Aladim. Ele esfregou – primeiro Gleisi, depois a lâmpada, -, ouviu-se um estampido, que pensaram ser um rojão pela sua soltura, e apareceu um gênio: “Senhor Presidente, o senhor tem direito a três desejos. Manda bala” “Começou a provocação, quem manda bala é Bolsonaro. Eu mando dinheiro pra fora. Mas vamos lá. Eu quero: Primeiro, sair da cadeia; Segundo, colocar no meu lugar o culpado por eu estar aqui; E em terceiro, dar muita risada da cara dele!” “Seu desejo é uma ordem, senhor. Um minutinho que já vou providenciar…” Meia hora depois volta o gênio com um espelho de mão, entrega pra Lula e diz: “Tá tudo ai. Comprei o espelho no camelô da esquina.” “Como, seu pilantra? Tás de conluio com o Moro, vagabundo? Cadê meus desejos?” “Não, senhor, apenas obedeci suas ordens: o senhor pediu pra sair da cadeia e colocar o culpado por estar ai em seu lugar para dar risada dele. O culpado por estar ai é o senhor mesmo, e pra dar risada de sua cara, só com um espelho. Esse foi o segundo desejo mais barato que já me apareceu. Valeu. Gratidão.” “Gratidão o cacete, coisa mais chata isso, Desgraçado, e qual foi o primeiro desejo mais barato?” “Foi um burro – de verdade – que me pediu, coitado, pra comer uma pizza ao menos uma vez na vida” “E ele pediu pizza do que?” “De capim, uai… E ainda sobrou um pedaço. Servido?”